segunda-feira, 29 de maio de 2017

videoclipes by david dean burkhart VI



Eu chamaria esse vídeo de "memórias remotas de uma viagem".



Sempre muito bom ver os cabelos, roupas e como as pessoas sabiam se divertir nos anos 1980.

"Five seconds in your heart
Straight to your heart
I can't get to your heart"


Eu gostaria de saber de onde é esse vídeo, mas não sei.
Mas eu encontrei esse time lapse antigo do desabrochar das rosas.

"Open the window, we’re not free
Open the window, we’re not free at all
With the light, they will find"

videoclipes by david dean burkhart IV

quinta-feira, 25 de maio de 2017

sobre o livro the leftovers de tom perrotta

"...algumas pessoas demoravam mais do que outras para se dar conta de como precisamos de poucas palavras para existir e quanta coisa na vida é possível negociar em silêncio".
pag. 108 The Leftovers - Tom Perrotta


No meu aniversário ganhei o livro The Leftovers e comecei a ler logo em seguida.

O livro já começa depois do acontecimento (várias pessoas pelo mundo inteiro simplesmente desapareceram). Depois desse episódio, muitas pessoas procuraram explicações sobre o que tinha ocorrido. Algumas pessoas acham que eles foram os escolhidos, e alguns grupos se aproveitaram da situação para criar seitas e comunidades (e com isso ganhar dinheiro e prestígio).

Um dos personagens tinha perdido um filho pequeno e começou a ganhar dinheiro fazendo palestras. Com a ascensão, ele disse ter recebido uma mensagem dizendo que precisava de noivas (meninas novas) e que uma iria ser a escolhida, ou seja, engravidar de um menino que seria o seu filho desaparecido. Resumindo, o cara era um pedófilo.

Há vários núcleos neste livro a partir de alguns personagens, principalmente uma família bem-sucedida que não sofreu nenhuma “perda” mas mesmo assim, o filho e a mãe entraram nesses grupos loucos que surgiram depois da “partida repentina”.

Enfim, algumas pessoas dessa seita são incentivadas a cometerem crimes na promessa de se tornar um “messias” apenas para abalar, “lembrar” às pessoas da região sobre o acontecido. Muito louco não? Obviamente que isso existe na vida real. Muitas pessoas se mataram na virada do milênio achando que o mundo ia acabar. Outras cometeram assassinatos em nome de um louco psicopata. Seitas malucas como a do Templo dos Povos e o doido do Charles Manson

Aconteceram esses assassinatos, mas fora isso, nada mais. O livro termina bruscamente (ao menos na minha opinião), não teve um fechamento claro.

Eu gostei da estrutura de ida e volta pelo passado e presente entre os núcleos da narrativa. Mas, como eu disse, o livro para mim não teve final, um fechamento, uma conclusão.

Depois de ter lido, achei que o livro tinha, na verdade, se baseado na série (por conta desse fim em aberto), mas a verdade é o que o livro veio antes (em 2011).

Ao menos, valeu a experiência. Não daria uma nota baixa, nem uma alta. De zero a dez, talvez cinco.

PS: a edição brasileira está com erros de revisão

domingo, 21 de maio de 2017

O Céu de Olinda (vídeo time-lapse)



Esse vídeo é um time lapse que fiz daqui do apartamento onde moro com meus pais. Fiz o registro da janela do meu quarto, da varanda e da janela do serviço/cozinha (onde dá para ver o farol de Olinda).

Não escolhi um bom dia porque o vento estava muito parado e o céu não estava com as cores vivas como costuma estar. Mas mesmo assim fiz o registro.

Tive uma ideia mês passado de ser uma turista na minha cidade para conhecê-la melhor. Quero mostrar as partes boas para se ver em Olinda e também em Recife. Um projeto que só vai terminar próximo ano.

Aqui está um outro vídeo que fiz de Olinda com a minha handcam e mais algumas imagens que não são minhas.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Ilustrações de Nicola Heindl para a Putumayo World Music


Provavelmente você já deve ter visto alguma dessas artes por aí, principalmente no youtube.
Esta artista ilustrou por mais de 20 anos capas de álbuns do Putumayo World Music¹.


O nome dela é Nicola Heindl, uma artista nascida em Londres, cresceu fora da cidade e voltou para estudar ilustração na Central St. Martins College of Art and Design.


Depois da faculdade, ela lançou sua carreira como artista comercial trabalhando como ilustradora e designer de cartões, jackets de livros, jornais e revistas como Vogue e Marie Claire.


Há mais de 10 anos, Heindl começou a trabalhar exclusivamente para o Putumayo World Music. Enquanto visitava Nova Iorque, ela conheceu Dan Storper (co-fundador e CEO do Putumayo). Ele tinha visto alguns cartões e ficou admirado com seu trabalho.


Nicola já pintou mais de 100 capas de álbuns para o Putumayo World Music. Ela interpreta a música da coleção através de linhas simples, cores fortes e cenas animadas que capturam a cultura que cada álbum representa.


Como uma ávida viajante, Nicola testemunha muitas dessas culturas em primeira mão e frequentemente desenha todas as suas experiências para se inspirar. Seus sketchbooks incluem desenhos de viagens para India, Sri Lanka, Marrocos, Tanzania, Panama e outros países da Europa.


Nicola Heindl gosta de pintar usando óleos e aquarelas assim como pintar em cerâmicas. Veja aqui seus trabalhos artísticos.

¹Putumayo World Music foi fundada em 1993 para introduzir as pessoas à música das culturas do mundo. O rótulo foi iniciado como um ramo da empresa Putumayo vestuário e artesanato, depois de seu fundador, Dan Storper, ser surpreendido pela resposta para a música internacional que tinha começado a tocar em suas lojas. No mundo inteiro, as músicas foram pesquisadas e selecionadas e em 1997 fez tanto sucesso que Storper vendeu a empresa de roupas para se dedicar ao seu negócio na música. Hoje Putumayo é conhecida por suas compilações alegres da grande música internacional que apóiam o lema “Garantido para fazer você se sentir bem”.

sábado, 13 de maio de 2017

como escolho livros para ler

Une Femme Mariée (1964) - Godard

Muita gente me pergunta que tipo/estilo/gênero de livro eu gosto de ler.
Também já me perguntaram como eu escolho um livro para ler, qual é o critério.

Não é apenas uma coisa que me faz escolher ou folhear um livro na livraria.
A capa pode me chamar atenção e me fazer folheá-la, ler a sinopse ou um trecho.
Mas também pode ser um título que me chame atenção.
E também pode ser que eu tenha lido alguma crítica ou texto sobre o livro, ou até mesmo algum vídeo no youtube.

Meu pai estava escolhendo alguns muitos livros para doar e eu acabei pegando alguns, um deles foi Metafísica de Aristóteles (um livro de filosofia).
Mas também, desde que eu descobri a coleção Grandes Sucessos da Abril (uma coleção antiga da editora), não quero parar mais. Já sei o sebo que vende, e se tivesse condições, já teria comprado todos os livros da coleção que tem lá.

Acho interessante quando você descobre uma coleção que goste. A maioria delas se trata de clássicos da literatura.

E óbvio que por falar em clássico, só de ser clássico por si, me desperta o interesse em ler.

Eu também tenho uma mania estranha. É muito, mas muito difícil mesmo, eu abandonar o livro. Por mais que eu não esteja gostando do livro, eu vou até o fim dele.

Também tenho sempre um ou dois livros de cabeceira (geralmente um livro físico grosso e um no kobo), um livro que leio no ônibus (não consigo não ler no ônibus) ou ao ar livre, um que eu esteja estudando sobre (algum livro sobre cinema, fotografia e etc).

Resumindo, eu leio de tudo, não tenho preconceitos, e escolho livros pelos motivos mais variados possíveis. Seja clássico, romance, didático, não-ficção, terror. Enfim, sou dessas.

terça-feira, 9 de maio de 2017

foto antiga: alunas de escola doméstica

Alunas da Escola Doméstica de Natal em uma aula na horta do educandário
Pesquisei alguma coisa sobre Tamandaré na internet, pra saber o nome de um cais que eu vi enquanto caminhava (e não sabia da existência disso); acabei descobrindo um site muito bom sobre história chamado Tok de História e fiquei lendo algumas coisas.

Acabei encontrando essa foto. Sempre soube da existência de escolas para meninas aprender coisas domésticas, mas é a primeira vez que vejo uma foto dessa época.

É claro que a gente acha isso engraçado hoje. Eu particularmente não faria objeção até porque tem muita coisa que eu não sei fazer (tipo cozinhar). Tenho pavor de ver carne crua com sangue (tenho vontade de chorar e virar vegana). Mas, como disse, não faria objeção se tivesse escola doméstica para homens também.

Os "liceus", colégios internos para homens, não era bem para aprender coisas domésticas. E muito mal funcionavam (leiam O Ateneu de Raul Pompeia).

Quando eu vi essa foto, pensei logo que fosse aquele truque de fotografia de múltiplas exposições. Ou seja, a mesma mulher em várias posições, porque são todas iguais (roupa, cabelo, meia, sapato). Como deveria ser duro viver naquela época. Apesar de que eu acho "bonito" essas fardas antigas.

A questão é que não quero fazer nenhuma reflexão, só mostrar a foto mesmo e indicar o site de história. ^-^

terça-feira, 2 de maio de 2017

videoclipes by david dean burkhart V



E mais uma vez fazendo novas descobertas com os vídeos editados de David Dean Burkhart.

O videoclipe editado é do curta "N.Y.C." (No York City) de Rick Liss que mostra a cidade de Nova Iorque no ano de 1983.

Você pode assistir ao curta aqui no youtube.



Não é bem o tipo de música que eu gosto. Mas tou aqui só compartilhando os vídeos editados que eu gosto.

Esse vídeo foi extraído do filme japonês "Female Prisoner #701: Scorpion" (1972) de uma série de filmes chamada Female Convict Scorpion Series. Pelo que pude perceber é uma série de filmes sobre mulheres japonesas heroínas.



Mais um filme que entra para minha lista para assistir depois (se tiver na Netflix porque não existe mais locadora por aqui).

Essas imagens são do filme "Une Femme Mariée" (1964) do cineasta franco-suíço Jean-Luc Godard. O nome do filme em português é Uma Mulher Casada que traz um dia na vida Charlotte em Paris, e como podemos perceber, ela tem um caso com outro homem.