sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

2017 vai ser melhor


Desejo um 2017 com mais paz e prosperidade.
Tenho certeza que o próximo ano será muito melhor que esse.
Espero que 2017 seja um ano de boas viagens, porque sim, estou planejando fazer uma viagem bem legal.
E que tenha muito trabalho e muitos projetos a serem produzidos.
E principalmente, que todo mundo que tá me devendo, me pague.

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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

playlist de natal

Mas é claro que eu fiz uma playlist de Natal!
A playslist tem mais de 20 músicas com pop, rock, metal, jazz e enfim.
Estão na lista Queen, Frank Sinatra, Dean Martin, Andy Williams, John Lennon, Fiona Apple, Michael Bublé, Michael Jackson, Christopher Lee e etc.

Mas quero deixar claro que tem uma lista bem foda pra roqueiros aqui. Bom demais.

Confira todas as músicas abaixo:



Mariah Carey - All I Want For Christmas Is You
Dean Martin - Let It Snow!
Frank Sinatra - Have Yourself a Merry Little Christmas
Frank Sinatra - White Christmas
Dean Martin - Walking in a Winter Wonderland
Andy Williams - It's the Most Wonderfull Time of the Year
Bing Crosby - It's Beginning to Look a lot like Christmas
John Lennon - Happy Christmas
Chris Rea - Driving home for Christmas
Simone - Então é Natal
Queen - Thank God It's Christmas
Children Love to Sing - Jingle Bells
Fiona Apple - Frosty the Snowman
Michael Bublé - White Christmas
Wham! - Last Christmas
Christopher Lee - Little Drummer Boy
Bobby Helms - Jingle Bell Rock
Eartha Kitt - Santa Baby
The Jackson 5 - I saw Mommy kissing Santa Claus
Michael Bublé - Santa Clous is Comintg to Town
Celtic Woman - Carol os the Bells
Christopher Lee - Jingle Hell
Caroline Glaser - The Christmas Song

E o link para a lista completa aqui.

Deixem sugestões nos comentários ;)

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

as abelhas são importantes

 
A população de abelhas vem diminuindo em todo o mundo. Elas contribuem para a biodiversidade e são responsáveis pela fecundação de mais de 70% das angiospermas (o maior grupo de plantas do planeta). Por meio da polinização, as abelhas contribuem com a geração de um terço da comida do planeta. As plantações do mundo inteiro são quase totalmente dependentes do trabalho das abelhas.

O motivo da diminuição podem ser: alterações climáticas, uso de pesticidas, presença de espécies de abelhas não nativas, vírus e um ácaro conhecido como Varroa.

Existe ações para que todos possam cuidar da sobrevivência das abelhas como plantar mais flores e se transformar em apicultores urbanos.

No Brasil, temos mais de 1.500 espécies desses insetos, distribuídas em quase 300 gêneros responsáveis pela polinização de até 90% da flora nativa, dependendo do local. O país tornou-se o maior consumidor de agrotóxicos do planeta. Do total consumido, cerca de 30% são inseticidas, e, desses, aproximadamente 40% são tóxicos para as abelhas.

Soja, maracujá, melão, tomate... são todos alimentos cuja produção depende exclusivamente das abelhas. A castanha do pará, por exemplo, só é polinizada por uma única espécie, a Xylocopa. Basta que ela desapareça para a castanha acabar.

"Se as abelhas desaparecerem da face da Terra, a humanidade terá apenas mais quatro anos de existência. Sem abelhas não há polinização, não há reprodução da flora. Sem flora, não há animais. Sem animais não haverá raça humana". Albert Einstein

E como ajudá-las? Plantando flores!

Flores com uma única fileira de pétalas, em vez de plantas com mais de uma fileira são mais atraentes, pois facilitam a entrada das abelhas. Flores dessa espécie possuem mais pólen que as outras, portanto, elas fornecem mais alimentos às abelhas:


  • áster
  • margaridinha-escura
  • couve
  • crocos
  • dálias
  • dedaleira
  • gerânio
  • malva-rosa
  • jacinto
  • cravo de defunto
  • papoula
  • rosas
  • campânula-branca
  • girassóis
  • zínia

Agora sabemos mais sobre as abelhas :)

*todas as informações foram encontradas em matérias disponíveis na internet*

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

lembrando...

só eu achei essa foto muito capa de livro?

Essa foto foi tirada em uma casa no Alto do Moura em Caruaru (PE), onde ficamos (eu, meu namorado e outras pessoas) hospedados durante a produção de um evento lá. A Mostra do Artesanato do Barro foi um grande evento que aconteceu lá com produção do casal Jôsy Santos e Nido Pedrosa.

O Agreste é simplesmente lindo e não tive a oportunidade (tempo) para fazer registros da mata do local, porém um dia quem sabe eu não passe lá com mais calma?

Tem uma pousada linda chamada Pousada Casa da Gente lá no Alto do Moura que quero voltar com certeza. Mas querer não é poder, rs.

Eu nunca estive com tanta vontade de viajar quanto estou agora.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

O Melhor do Inferno - Christiane Tassis (trechos)


"Quando saio pelas ruas, alguns me jogam pedras, outros me admiram. Querem me pegar - fujo. E, mesmo no meu absoluto silêncio, acabo arrumando briga.

Incomodo por existir. Não me contenho: se me desagradam, arrepio, avanço. Sou manso e me finjo de manso: costumo fingir que sou eu mesmo.

Quando estou feliz, não escondo - meu corpo me entrega, soltando sua particular melodia. Dizem que não gosto do meu dono, mas a verdade é que não tenho dono, mas a verdade é que não tenho dono. Afago quem eu quero, arranho quem posso. Alguns se comovem, outros me chutam, mas não ligo - só não apanho duas vezes da mesma pessoa. (Só eu sei o tamanho da pulga que me azucrina.)

Faço sexo para doer nos outros. Me dou bem com loucos. Me utilizam em hospitais psiquiátricos, trago a cura. Minhas pupilas finas e retas são lâminas que cortam os pontos cegos do dia. Meus olhos semicerrados se distraem admirando os estranhos corpos que se movimentam pelo espaço. O que fazem dentro do que é meu?

Sou o dono do tempo. Faço o que quiser com ele. Sou dos espíritos. Já me queimaram nas fogueiras e continuo aí, porque gosto do que voa: se voar, eu mato.

Sou bonito. Jamais causaria indiferença em uma pessoa. Sou curioso e, ao contrário do que dizem, a curiosidade não me mata: me faz viver. E eu sou vivo. Apronto. Um gato em cima do muro não é um gato em cima do muro: é o domínio da queda. Caio, mas caio em pé. O salto é o começo do mundo, não o fim. Apenas uma vez, em busca de aventuras, pulei errado e quebrei meu canino. Que sorte: é uma contradição ter este nome em mim, De outra vez, entrei debaixo de um carro para dormir e me sujei de óleo. Que nojo, logo eu, que sou tão limpo. Sou autolimpante. Mas continuo me aventurando: minhas especialidade é sobreviver. Posso pular desta janela apenas como exercício, ao contrário do vizinho de raça humana que todas as noites ensaia para pular, coitado: o máximo que consegue é cuspir. Eu, pela minha natureza, terei que tentar sete vezes - oh, como é cansativo morrer. Por isso até agora permaneci vivo. Porque é no escuro que meus olhos brilham. Porque sou festejado pelos poetas e guardo tumbas de faraós, ao mesmo tempo guardião e imperador da eternidade. Porque sou o único animal que amortece a própria queda. Porque tenho gestos sensuais e o corpo flexível para suportar, com a mesma elegância, as minhas longas sete vidas.

Esta é uma noite de decisão. Talvez eu pule. Talvez eu erre. Preciso fingir que não sou perfeito." pag. 13 - 15

"Gostaria de contar esta história como uma piada, uma conferência, uma peça de teatro, aquelas coisas que as pessoas contam sempre do mesmo jeito, repetindo palavras, gestos, interjeições, pausas - todos aqueles truques que garantem o sucesso do relato." pag. 18

"No quarto de Isabel encontrei estilhaços de papel azul espalhados ao lado de fotografias antigas, dezenas de gaturas de cartão de crédito e um papel onde estava impresso: EU SOU A LUA, NÃO TENHO LUZ PRÓPRIA E NÃO ESTOU EM BOA FASE." pag. 23

"No armário, encontrei uma caixa de comprimidos tarja preta. Abri. Dentro dela, um papel azul, onde ela escreveu à mão: Já tentei viver com a amineptina, a amitriptilina, a bupropiona, o citalopram, a mianserina, e agora tento um novo casamento com a fluoxetina. O amor é mesmo uma coisa química." pag. 25

"Gostava também de interpretar clássicos da pintura, dando-lhes movimento. Na maior parte das imagens aparecia linda, enigmática, afinal, 'grandes mestres não pintaram mulheres gargalhando': Isabel com brinco de perola, Isabel a caminho, Sagração de Isabel, Isabel de azul, Isabel com bule, Grande nu de Isabel, Isabel descendo a escada. Assim, deixava de ser a cópia para ser o original.
E eu, só olhava." pag. 48

"- Em breve, seremos apenas palavras. Sem caligrafia. Uma fonte. Igual à que todo mundo usa". pag. 55

"- As provas de amor são verdadeiras. Estão gravadas.
- São verdadeiras por que estão gravadas?" pag. 56

"- Não faço amor com meu amor próprio"

"- Pensei que as coisas estivessem claras para você
- Clara como o vidro para passarinhos."

"- Hoje em dia os covardes mudaram de status. São aqueles que se preservam. No meu tempo as pessoas se amavam. Acasalavam-se. Reproduziam-se. Eu nunca quis fazer isso, achava antigo. Veja como as coisas mudam: agora, acho moderno. Nunca fui mesmo uma mulher do meu tempo." pag. 57

"- Gostaria de ter sido informada de que era apenas uma passagem em sua vida. Talvez, como nas curtas viagens de férias, teria aproveitado melhor cada segundo, ou sugerido lugares mais interessantes para ir, do que a ela da TV." pag. 58-59

"- Isabel, estava no contrato: até quando durar a vontade. Você mesma escreveu". pag. 59

"Pediu para interferir nos jardins, dei carta branca. Espalhou espelhos nas árvores, plantas, flores, 'para que se multiplicassem'". pag. 123

"Guadalupe catava tudo o que sobrava das nossas refeições para alimentar suas plantas: borra de café, folhas de cenoura, casca de melancia, alface, restos, raspas, folhas mortas, 'tudo isso é vida'". pag. 124

"- Sou o único animal que amortece a própria queda. Tenho gestos sensuais e o corpo flexível para suportar, com a mesma elegância, as minhas longas oito vidas". pag. 141

"Foi Guadalupe quem primeiro apareceu aqui. Dentro de um telejornal. Estava sendo presa por tentar tirar a sílaba "ni" das placas dos prédios dos ministérios públicos. Já tinha conseguido tirar algumas: criou o mistério do Trabalho, o mistério da Cultura, o mistério da Saúde, mas foi capturada no hora do mistério da Justiça." pag. 145

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

playlist da semana

1. Gunship - Tech Noir



2. Gorillaz - On Melancholy Hill



3. Kim Carnes - Bette Davis Eyes

domingo, 11 de dezembro de 2016

bullet journal


Eu resolvi usar próximo ano o bullet journal porque este ano eu usei algo muito parecido, então resolvi tentar. E pra quem tá boiando, tem o site oficial de quem criou essa maneira e organização e também tem um vídeo oficial do criador.

Mas os seguidores do BuJo, criaram maneiras incríveis de como utilizar, novas ideias surgem constantemente. [esse vídeo de como economizar dinheiro, por exemplo]. O meu tem 129 páginas, sem contar com o índice e a primeira página onde eu coloco minhas informações de contato.

Vou experimentar pra ver como funciona comigo. Acho que é a melhor maneira pra quem não se dá muito bem com agendas, pois nem sempre você tem compromissos e uma lista de tarefas e você não tem onde colocar outras informações como: planejamento de estudo, lista de livros pra ler, lista de compras ou lista de desejo, ou objetivos do mês, do ano e por aí vai.

Por isso eu acho que o bullet journal funciona melhor pra maioria das pessoas.

Eu ainda não comecei a usar, mas já fiz um planejamento de como eu vou utilizar as páginas (não todas) pois eu já sei as informações que quero colocar pra me organizar melhor em 2017.

Pesquise "bullet journal" no youtube pra saber mais como funciona isso.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

trocando livros

Imagine alugar um conversível vermelho e ter como destino Las Vegas. Imagine torrar o pagamento de uma matéria que ainda não foi feita e encher o carro de drogas de todos os tipos. Agora imagine ter ao seu lado o seu advogado, um samoano nada confiável. Pronto. Aqui está a história de Medo e delírio em Las Vegas, o livro que revolucionou as bases do texto jornalístico e transformou Hunter Thompson em um dos grandes retratistas dos ideais libertários dos Estados Unidos nos anos 60. Publicado originalmente em artigos na revista Rolling Stone durante o ano de 1971, Medo e delírio se tornou um clássico da contracultura e foi levado às telas do cinema com Johnny Depp e Benicio Del Toro, em 1998. [Fonte]

Esse livro eu consegui através de uma troca que fiz através de um projeto que tem aqui em Recife chamado Lybloo. A ideia é você doar livros pra eles, fazer trocas ou você doar um livro pra alguém colocando-o em um envelope e escrevendo porquê este livro foi importante pra você. A pessoa vai escolher o livro apenas pelo que você escreveu sobre ele, ou seja, ela não sabe exatamente qual é o livro.

Não é legal?

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

escrevendo um livro

caderno onde estou escrevendo meu livro

Um tempo atrás (na verdade ainda esse ano), eu assisti a um documentário sobre pessoas que optaram por morar em lugares muito pequenos. Uma das cenas que eu vi me despertou a escrever uma história. Daí eu comecei a escrever sem saber exatamente o que escrever. No primeiro momento, eu só tinha uma personagem e um cenário, o resto eu teria de construir.

Ler livros bons, clássicos, estórias boas e etc, claro que não me fez uma exímia escritora; e pra falar mais, não sei bem se facilitou. Saber as regras gramaticais é uma coisa, construir uma estória boa é um grande desafio, uma grande aventura.

Muitos escritores já tem a estória inteira na cabeça e nas suas anotações, mas não foi o meu caso. Eu tenho ideias aleatoriamente, e não sei bem onde encaixá-las. Vai se encaixando ao longo da estória. Não me senti só quando li "how to write a story without an outline". Simplesmente me ajudou a continuar escrevendo, mesmo sem saber bem que caminho a seguir.

Sinceramente, eu não tenho pressa em escrever esse livro. Quero que ele saia naturalmente, mas também não quero, obviamente, que seja ruim. Existe muitas matérias por aí dando dicas de como escrever um livro em um mês, existem até desafios para escritores.
  • “Creativity flourishes with other people and in collaboration.” —Grant Faulkner
  • “Everyone has a story to tell. And everyone’s story matters.” —Grant Faulkner
  • “Writing a novel is the prize unto itself. That’s the gift you’re giving yourself and the world.” —Grant Faulkner
  • “Our stories connect us as human beings. They are what make our life rich.” —Grant Faulkner
  • “Novel writing is largely about building a big structure through small increments.” —Grant Faulkner
Eu vou coletando umas coisas aqui e ali que possam me ajudar e continuar escrevendo essa estória. Não quero que isso leve anos. Antes que se torne pedante, dois anos no máximo tá bom.

Entre essas minhas pesquisas, eu encontrei um artigo que me ajudou muito a compreender a diferença entre um escritor e um contador de estórias. E também que o bloqueio de quem está escrevendo vem da maneira errada de como se está construindo a história, e compreender a diferença entre esses tipos de escritores ajuda muito a saber qual é o seu perfil. Se você quer escrever um livro "gostoso" de ler ou você quer escrever uma estória com problemas, soluções, clímax e etc. Ou os dois.
Writer’s Block. We all know it. We all hate it. But, chances are, when writer’s block rears its ugly head, it’s because you’re struggling to operate in a way outside your comfort zone.
  • If you’re a writer at heart, stop trying to force the story and just write some beautiful prose. Give yourself a break and just write what you want to write without worrying about how it fits into the story. There’s always revision.
  • If you’re a storyteller, let go of wanting the perfect sentence, and just tell the story. Tell it out loud if it’s easier. And then just write down what happens without worrying about how the words sound. There’s always revision.
E pra quem quer ou está escrevendo um livro, recomendo a leitura desses artigos e seus respectivos sites. É só clicar em cima do hiperlink.
PS: os artigos são em inglês

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

natureza


Eu amo a natureza.
Gosto muito de observá-la e de espiá-la de longe.
Eu amo a liberdade e amo ver pássaros livres; construindo ninhos, se alimentando, interagindo ou brigando por espaço, voando por aí, acordando, cantando.
A liberdade é tudo que nós deveríamos ter, ou temos e não damos muito valor.
É algo que eu quero pra minha vida. Ter a natureza como objeto de algum projeto, ter muitas plantas em casa e viver nesse espaço de contato com ela.
Diariamente eu me alimento de notícias sobre plantas, flores e principalmente árvores. Elas são vitais em nosso ambiente. A árvore está aí para equilibrar esse ar de poluentes.

Quando eu sair da casa dos meus pais (por conta da falta de espaço), eu irei fazer um projeto de plantar todas as sementes das frutas que eu comer em potes de plástico e caixa de leite pra reciclar. Quero dar de presente pra algumas pessoas. Então fica aqui registrado o meu desejo.

E quem sabe eu não faça um diário das minhas plantas né? Vou ver isso aí...

amigo secreto


 ↠ Opções de presentes para quem me tirou ↞

  • cartões postais lindos (de preferência de pintura)
  • velas
  • barquinho
  • porta retrato de parede (a partir de 15x21) c/ moldura branca, preta ou marrom
  • esmaltes preto, vinho, roxo
  • anel de pedra, colar de pedra ametista
  • gift card de alguma livraria
  • livros:
- Grandes Sucessos da editora Abril (eu já tenho: O Grande Gatsby, O Dia do Chacal, Rebecca, A Revolução dos Bichos, O Complexo de Portnoy, Exodus 1 e 2, O Colecionador). Todos os outros pode comprar.
Vende no sebo Progresso na corredor do Bispo.
- Agatha Christie (eu já tenho: O Mistério de Sittaford, Uma Dose Mortal e o Caso dos Dez Negrinhos ou E Não Sobrou Nenhum)
- Stephen King (eu já tenho: Sobre a Escrita)
  • cds:
- Stacey Kent and Jim Tomlinson - The Lyric
- Tindersticks
- T-Rex
  • dvds:
- Taxi Driver
- Pulp Fiction
- O Profissional

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

fazendo adesivos


É, eu faço isso. Desenho meus próprios adesivos.
Eu não encontro muitas opções de adesivos por aqui e não os que eu gostaria; então, eu acabei fazendo alguns desenhos de coisas que eu gosto e ficar "a minha cara".

Quem sabe algum dia eu faça uns desenhos como esses melhores e paço pra uma gráfica rodar em papel adesivo?

Sempre gostei de adesivos e tenho vários bem antigos que foram de agendas e cadernos antigos. Mas não uso tanto quanto gostaria.

Enfim, alguma coisa legal pra fazer com as crianças. Elas precisam de atividades que se conectem mais com coisas feitas pelas mãozinhas delas. É só uma ideia.

É só desenhar, pintar e usar papel contato pra colar os desenhos.