sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

2017 vai ser melhor


Desejo um 2017 com mais paz e prosperidade.
Tenho certeza que o próximo ano será muito melhor que esse.
Espero que 2017 seja um ano de boas viagens, porque sim, estou planejando fazer uma viagem bem legal.
E que tenha muito trabalho e muitos projetos a serem produzidos.
E principalmente, que todo mundo que tá me devendo, me pague.

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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

playlist de natal

Mas é claro que eu fiz uma playlist de Natal!
A playslist tem mais de 20 músicas com pop, rock, metal, jazz e enfim.
Estão na lista Queen, Frank Sinatra, Dean Martin, Andy Williams, John Lennon, Fiona Apple, Michael Bublé, Michael Jackson, Christopher Lee e etc.

Mas quero deixar claro que tem uma lista bem foda pra roqueiros aqui. Bom demais.

Confira todas as músicas abaixo:



Mariah Carey - All I Want For Christmas Is You
Dean Martin - Let It Snow!
Frank Sinatra - Have Yourself a Merry Little Christmas
Frank Sinatra - White Christmas
Dean Martin - Walking in a Winter Wonderland
Andy Williams - It's the Most Wonderfull Time of the Year
Bing Crosby - It's Beginning to Look a lot like Christmas
John Lennon - Happy Christmas
Chris Rea - Driving home for Christmas
Simone - Então é Natal
Queen - Thank God It's Christmas
Children Love to Sing - Jingle Bells
Fiona Apple - Frosty the Snowman
Michael Bublé - White Christmas
Wham! - Last Christmas
Christopher Lee - Little Drummer Boy
Bobby Helms - Jingle Bell Rock
Eartha Kitt - Santa Baby
The Jackson 5 - I saw Mommy kissing Santa Claus
Michael Bublé - Santa Clous is Comintg to Town
Celtic Woman - Carol os the Bells
Christopher Lee - Jingle Hell
Caroline Glaser - The Christmas Song

E o link para a lista completa aqui.

Deixem sugestões nos comentários ;)

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

as abelhas são importantes

 
A população de abelhas vem diminuindo em todo o mundo. Elas contribuem para a biodiversidade e são responsáveis pela fecundação de mais de 70% das angiospermas (o maior grupo de plantas do planeta). Por meio da polinização, as abelhas contribuem com a geração de um terço da comida do planeta. As plantações do mundo inteiro são quase totalmente dependentes do trabalho das abelhas.

O motivo da diminuição podem ser: alterações climáticas, uso de pesticidas, presença de espécies de abelhas não nativas, vírus e um ácaro conhecido como Varroa.

Existe ações para que todos possam cuidar da sobrevivência das abelhas como plantar mais flores e se transformar em apicultores urbanos.

No Brasil, temos mais de 1.500 espécies desses insetos, distribuídas em quase 300 gêneros responsáveis pela polinização de até 90% da flora nativa, dependendo do local. O país tornou-se o maior consumidor de agrotóxicos do planeta. Do total consumido, cerca de 30% são inseticidas, e, desses, aproximadamente 40% são tóxicos para as abelhas.

Soja, maracujá, melão, tomate... são todos alimentos cuja produção depende exclusivamente das abelhas. A castanha do pará, por exemplo, só é polinizada por uma única espécie, a Xylocopa. Basta que ela desapareça para a castanha acabar.

"Se as abelhas desaparecerem da face da Terra, a humanidade terá apenas mais quatro anos de existência. Sem abelhas não há polinização, não há reprodução da flora. Sem flora, não há animais. Sem animais não haverá raça humana". Albert Einstein

E como ajudá-las? Plantando flores!

Flores com uma única fileira de pétalas, em vez de plantas com mais de uma fileira são mais atraentes, pois facilitam a entrada das abelhas. Flores dessa espécie possuem mais pólen que as outras, portanto, elas fornecem mais alimentos às abelhas:


  • áster
  • margaridinha-escura
  • couve
  • crocos
  • dálias
  • dedaleira
  • gerânio
  • malva-rosa
  • jacinto
  • cravo de defunto
  • papoula
  • rosas
  • campânula-branca
  • girassóis
  • zínia

Agora sabemos mais sobre as abelhas :)

*todas as informações foram encontradas em matérias disponíveis na internet*

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

lembrando...

só eu achei essa foto muito capa de livro?

Essa foto foi tirada em uma casa no Alto do Moura em Caruaru (PE), onde ficamos (eu, meu namorado e outras pessoas) hospedados durante a produção de um evento lá. A Mostra do Artesanato do Barro foi um grande evento que aconteceu lá com produção do casal Jôsy Santos e Nido Pedrosa.

O Agreste é simplesmente lindo e não tive a oportunidade (tempo) para fazer registros da mata do local, porém um dia quem sabe eu não passe lá com mais calma?

Tem uma pousada linda chamada Pousada Casa da Gente lá no Alto do Moura que quero voltar com certeza. Mas querer não é poder, rs.

Eu nunca estive com tanta vontade de viajar quanto estou agora.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

O Melhor do Inferno - Christiane Tassis (trechos)


"Quando saio pelas ruas, alguns me jogam pedras, outros me admiram. Querem me pegar - fujo. E, mesmo no meu absoluto silêncio, acabo arrumando briga.

Incomodo por existir. Não me contenho: se me desagradam, arrepio, avanço. Sou manso e me finjo de manso: costumo fingir que sou eu mesmo.

Quando estou feliz, não escondo - meu corpo me entrega, soltando sua particular melodia. Dizem que não gosto do meu dono, mas a verdade é que não tenho dono, mas a verdade é que não tenho dono. Afago quem eu quero, arranho quem posso. Alguns se comovem, outros me chutam, mas não ligo - só não apanho duas vezes da mesma pessoa. (Só eu sei o tamanho da pulga que me azucrina.)

Faço sexo para doer nos outros. Me dou bem com loucos. Me utilizam em hospitais psiquiátricos, trago a cura. Minhas pupilas finas e retas são lâminas que cortam os pontos cegos do dia. Meus olhos semicerrados se distraem admirando os estranhos corpos que se movimentam pelo espaço. O que fazem dentro do que é meu?

Sou o dono do tempo. Faço o que quiser com ele. Sou dos espíritos. Já me queimaram nas fogueiras e continuo aí, porque gosto do que voa: se voar, eu mato.

Sou bonito. Jamais causaria indiferença em uma pessoa. Sou curioso e, ao contrário do que dizem, a curiosidade não me mata: me faz viver. E eu sou vivo. Apronto. Um gato em cima do muro não é um gato em cima do muro: é o domínio da queda. Caio, mas caio em pé. O salto é o começo do mundo, não o fim. Apenas uma vez, em busca de aventuras, pulei errado e quebrei meu canino. Que sorte: é uma contradição ter este nome em mim, De outra vez, entrei debaixo de um carro para dormir e me sujei de óleo. Que nojo, logo eu, que sou tão limpo. Sou autolimpante. Mas continuo me aventurando: minhas especialidade é sobreviver. Posso pular desta janela apenas como exercício, ao contrário do vizinho de raça humana que todas as noites ensaia para pular, coitado: o máximo que consegue é cuspir. Eu, pela minha natureza, terei que tentar sete vezes - oh, como é cansativo morrer. Por isso até agora permaneci vivo. Porque é no escuro que meus olhos brilham. Porque sou festejado pelos poetas e guardo tumbas de faraós, ao mesmo tempo guardião e imperador da eternidade. Porque sou o único animal que amortece a própria queda. Porque tenho gestos sensuais e o corpo flexível para suportar, com a mesma elegância, as minhas longas sete vidas.

Esta é uma noite de decisão. Talvez eu pule. Talvez eu erre. Preciso fingir que não sou perfeito." pag. 13 - 15

"Gostaria de contar esta história como uma piada, uma conferência, uma peça de teatro, aquelas coisas que as pessoas contam sempre do mesmo jeito, repetindo palavras, gestos, interjeições, pausas - todos aqueles truques que garantem o sucesso do relato." pag. 18

"No quarto de Isabel encontrei estilhaços de papel azul espalhados ao lado de fotografias antigas, dezenas de gaturas de cartão de crédito e um papel onde estava impresso: EU SOU A LUA, NÃO TENHO LUZ PRÓPRIA E NÃO ESTOU EM BOA FASE." pag. 23

"No armário, encontrei uma caixa de comprimidos tarja preta. Abri. Dentro dela, um papel azul, onde ela escreveu à mão: Já tentei viver com a amineptina, a amitriptilina, a bupropiona, o citalopram, a mianserina, e agora tento um novo casamento com a fluoxetina. O amor é mesmo uma coisa química." pag. 25

"Gostava também de interpretar clássicos da pintura, dando-lhes movimento. Na maior parte das imagens aparecia linda, enigmática, afinal, 'grandes mestres não pintaram mulheres gargalhando': Isabel com brinco de perola, Isabel a caminho, Sagração de Isabel, Isabel de azul, Isabel com bule, Grande nu de Isabel, Isabel descendo a escada. Assim, deixava de ser a cópia para ser o original.
E eu, só olhava." pag. 48

"- Em breve, seremos apenas palavras. Sem caligrafia. Uma fonte. Igual à que todo mundo usa". pag. 55

"- As provas de amor são verdadeiras. Estão gravadas.
- São verdadeiras por que estão gravadas?" pag. 56

"- Não faço amor com meu amor próprio"

"- Pensei que as coisas estivessem claras para você
- Clara como o vidro para passarinhos."

"- Hoje em dia os covardes mudaram de status. São aqueles que se preservam. No meu tempo as pessoas se amavam. Acasalavam-se. Reproduziam-se. Eu nunca quis fazer isso, achava antigo. Veja como as coisas mudam: agora, acho moderno. Nunca fui mesmo uma mulher do meu tempo." pag. 57

"- Gostaria de ter sido informada de que era apenas uma passagem em sua vida. Talvez, como nas curtas viagens de férias, teria aproveitado melhor cada segundo, ou sugerido lugares mais interessantes para ir, do que a ela da TV." pag. 58-59

"- Isabel, estava no contrato: até quando durar a vontade. Você mesma escreveu". pag. 59

"Pediu para interferir nos jardins, dei carta branca. Espalhou espelhos nas árvores, plantas, flores, 'para que se multiplicassem'". pag. 123

"Guadalupe catava tudo o que sobrava das nossas refeições para alimentar suas plantas: borra de café, folhas de cenoura, casca de melancia, alface, restos, raspas, folhas mortas, 'tudo isso é vida'". pag. 124

"- Sou o único animal que amortece a própria queda. Tenho gestos sensuais e o corpo flexível para suportar, com a mesma elegância, as minhas longas oito vidas". pag. 141

"Foi Guadalupe quem primeiro apareceu aqui. Dentro de um telejornal. Estava sendo presa por tentar tirar a sílaba "ni" das placas dos prédios dos ministérios públicos. Já tinha conseguido tirar algumas: criou o mistério do Trabalho, o mistério da Cultura, o mistério da Saúde, mas foi capturada no hora do mistério da Justiça." pag. 145

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

playlist da semana

1. Gunship - Tech Noir



2. Gorillaz - On Melancholy Hill



3. Kim Carnes - Bette Davis Eyes

domingo, 11 de dezembro de 2016

bullet journal


Eu resolvi usar próximo ano o bullet journal porque este ano eu usei algo muito parecido, então resolvi tentar. E pra quem tá boiando, tem o site oficial de quem criou essa maneira e organização e também tem um vídeo oficial do criador.

Mas os seguidores do BuJo, criaram maneiras incríveis de como utilizar, novas ideias surgem constantemente. [esse vídeo de como economizar dinheiro, por exemplo]. O meu tem 129 páginas, sem contar com o índice e a primeira página onde eu coloco minhas informações de contato.

Vou experimentar pra ver como funciona comigo. Acho que é a melhor maneira pra quem não se dá muito bem com agendas, pois nem sempre você tem compromissos e uma lista de tarefas e você não tem onde colocar outras informações como: planejamento de estudo, lista de livros pra ler, lista de compras ou lista de desejo, ou objetivos do mês, do ano e por aí vai.

Por isso eu acho que o bullet journal funciona melhor pra maioria das pessoas.

Eu ainda não comecei a usar, mas já fiz um planejamento de como eu vou utilizar as páginas (não todas) pois eu já sei as informações que quero colocar pra me organizar melhor em 2017.

Pesquise "bullet journal" no youtube pra saber mais como funciona isso.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

trocando livros

Imagine alugar um conversível vermelho e ter como destino Las Vegas. Imagine torrar o pagamento de uma matéria que ainda não foi feita e encher o carro de drogas de todos os tipos. Agora imagine ter ao seu lado o seu advogado, um samoano nada confiável. Pronto. Aqui está a história de Medo e delírio em Las Vegas, o livro que revolucionou as bases do texto jornalístico e transformou Hunter Thompson em um dos grandes retratistas dos ideais libertários dos Estados Unidos nos anos 60. Publicado originalmente em artigos na revista Rolling Stone durante o ano de 1971, Medo e delírio se tornou um clássico da contracultura e foi levado às telas do cinema com Johnny Depp e Benicio Del Toro, em 1998. [Fonte]

Esse livro eu consegui através de uma troca que fiz através de um projeto que tem aqui em Recife chamado Lybloo. A ideia é você doar livros pra eles, fazer trocas ou você doar um livro pra alguém colocando-o em um envelope e escrevendo porquê este livro foi importante pra você. A pessoa vai escolher o livro apenas pelo que você escreveu sobre ele, ou seja, ela não sabe exatamente qual é o livro.

Não é legal?

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

escrevendo um livro

caderno onde estou escrevendo meu livro

Um tempo atrás (na verdade ainda esse ano), eu assisti a um documentário sobre pessoas que optaram por morar em lugares muito pequenos. Uma das cenas que eu vi me despertou a escrever uma história. Daí eu comecei a escrever sem saber exatamente o que escrever. No primeiro momento, eu só tinha uma personagem e um cenário, o resto eu teria de construir.

Ler livros bons, clássicos, estórias boas e etc, claro que não me fez uma exímia escritora; e pra falar mais, não sei bem se facilitou. Saber as regras gramaticais é uma coisa, construir uma estória boa é um grande desafio, uma grande aventura.

Muitos escritores já tem a estória inteira na cabeça e nas suas anotações, mas não foi o meu caso. Eu tenho ideias aleatoriamente, e não sei bem onde encaixá-las. Vai se encaixando ao longo da estória. Não me senti só quando li "how to write a story without an outline". Simplesmente me ajudou a continuar escrevendo, mesmo sem saber bem que caminho a seguir.

Sinceramente, eu não tenho pressa em escrever esse livro. Quero que ele saia naturalmente, mas também não quero, obviamente, que seja ruim. Existe muitas matérias por aí dando dicas de como escrever um livro em um mês, existem até desafios para escritores.
  • “Creativity flourishes with other people and in collaboration.” —Grant Faulkner
  • “Everyone has a story to tell. And everyone’s story matters.” —Grant Faulkner
  • “Writing a novel is the prize unto itself. That’s the gift you’re giving yourself and the world.” —Grant Faulkner
  • “Our stories connect us as human beings. They are what make our life rich.” —Grant Faulkner
  • “Novel writing is largely about building a big structure through small increments.” —Grant Faulkner
Eu vou coletando umas coisas aqui e ali que possam me ajudar e continuar escrevendo essa estória. Não quero que isso leve anos. Antes que se torne pedante, dois anos no máximo tá bom.

Entre essas minhas pesquisas, eu encontrei um artigo que me ajudou muito a compreender a diferença entre um escritor e um contador de estórias. E também que o bloqueio de quem está escrevendo vem da maneira errada de como se está construindo a história, e compreender a diferença entre esses tipos de escritores ajuda muito a saber qual é o seu perfil. Se você quer escrever um livro "gostoso" de ler ou você quer escrever uma estória com problemas, soluções, clímax e etc. Ou os dois.
Writer’s Block. We all know it. We all hate it. But, chances are, when writer’s block rears its ugly head, it’s because you’re struggling to operate in a way outside your comfort zone.
  • If you’re a writer at heart, stop trying to force the story and just write some beautiful prose. Give yourself a break and just write what you want to write without worrying about how it fits into the story. There’s always revision.
  • If you’re a storyteller, let go of wanting the perfect sentence, and just tell the story. Tell it out loud if it’s easier. And then just write down what happens without worrying about how the words sound. There’s always revision.
E pra quem quer ou está escrevendo um livro, recomendo a leitura desses artigos e seus respectivos sites. É só clicar em cima do hiperlink.
PS: os artigos são em inglês

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

natureza


Eu amo a natureza.
Gosto muito de observá-la e de espiá-la de longe.
Eu amo a liberdade e amo ver pássaros livres; construindo ninhos, se alimentando, interagindo ou brigando por espaço, voando por aí, acordando, cantando.
A liberdade é tudo que nós deveríamos ter, ou temos e não damos muito valor.
É algo que eu quero pra minha vida. Ter a natureza como objeto de algum projeto, ter muitas plantas em casa e viver nesse espaço de contato com ela.
Diariamente eu me alimento de notícias sobre plantas, flores e principalmente árvores. Elas são vitais em nosso ambiente. A árvore está aí para equilibrar esse ar de poluentes.

Quando eu sair da casa dos meus pais (por conta da falta de espaço), eu irei fazer um projeto de plantar todas as sementes das frutas que eu comer em potes de plástico e caixa de leite pra reciclar. Quero dar de presente pra algumas pessoas. Então fica aqui registrado o meu desejo.

E quem sabe eu não faça um diário das minhas plantas né? Vou ver isso aí...

amigo secreto


 ↠ Opções de presentes para quem me tirou ↞

  • cartões postais lindos (de preferência de pintura)
  • velas
  • barquinho
  • porta retrato de parede (a partir de 15x21) c/ moldura branca, preta ou marrom
  • esmaltes preto, vinho, roxo
  • anel de pedra, colar de pedra ametista
  • gift card de alguma livraria
  • livros:
- Grandes Sucessos da editora Abril (eu já tenho: O Grande Gatsby, O Dia do Chacal, Rebecca, A Revolução dos Bichos, O Complexo de Portnoy, Exodus 1 e 2, O Colecionador). Todos os outros pode comprar.
Vende no sebo Progresso na corredor do Bispo.
- Agatha Christie (eu já tenho: O Mistério de Sittaford, Uma Dose Mortal e o Caso dos Dez Negrinhos ou E Não Sobrou Nenhum)
- Stephen King (eu já tenho: Sobre a Escrita)
  • cds:
- Stacey Kent and Jim Tomlinson - The Lyric
- Tindersticks
- T-Rex
  • dvds:
- Taxi Driver
- Pulp Fiction
- O Profissional

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

fazendo adesivos


É, eu faço isso. Desenho meus próprios adesivos.
Eu não encontro muitas opções de adesivos por aqui e não os que eu gostaria; então, eu acabei fazendo alguns desenhos de coisas que eu gosto e ficar "a minha cara".

Quem sabe algum dia eu faça uns desenhos como esses melhores e paço pra uma gráfica rodar em papel adesivo?

Sempre gostei de adesivos e tenho vários bem antigos que foram de agendas e cadernos antigos. Mas não uso tanto quanto gostaria.

Enfim, alguma coisa legal pra fazer com as crianças. Elas precisam de atividades que se conectem mais com coisas feitas pelas mãozinhas delas. É só uma ideia.

É só desenhar, pintar e usar papel contato pra colar os desenhos.

domingo, 27 de novembro de 2016

playlist da semana

Warpaint - Billie Holiday

Gary Clark Jr - Bright Lights

Varsity - So Sad, So Sad

Al Green - Let's Stay Together 

Vangelis - Memories of Green

Bill Withers - Ain't No Sunshine

David Bowie - Space Oddity

John and The Volta - Paralized   

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Mamoeiros

Antes e depois (1 semana)
Eu joguei algumas sementes de mamão nesse vasinho e fiquei aguando. Não sei bem quanto tempo depois, mas eu acordei um belo dia com essas belezuras. Um dia depois nasceu mais uma e já dava pra ver a outra nascendo. Uma semana depois tava lindo.

Meus mamoeiros estão crescendo rapidinho.

Acho que é importante dizer que o pó de café funciona como um adubo. Então na hora de jogar o que sobrou do pó, deixe secar um pouco e coloque na plantinha. É possível fazer um adubo líquido colocando o pó em uma garrafa de 1 ou 2 litros e adicionar água. Regar dessa forma ajuda a plantinha.

Nesta postagem tem vários links que podem te ajudar a cuidar das plantinhas.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Apagão sem a luz da lua


Teve um apagão histórico no meu bairro que durou praticamente sete horas.
Eu estava fazendo tapioca na hora com meu computador ligado. Desliguei o computador e fiquei esperando. Daí o sol foi saindo e depois não tinha mais o que fazer. Eu não podia mais aspirar a casa, lavar a roupa e ficar na internet.
Acendemos algumas velas, comemos algumas coisas, fiquei dando uma olhada no meu caderno (vendo o que faltava fazer antes do fim do ano) e enfim.
Eu ia sair pra ver cinema por um real, mas é muito perigoso sair num apagão. Não fui. Academia não funcionou.
Veja quantas coisas que nos fazem depender de energia elétrica!
Fiquei brincando com o meu celular tirando algumas fotos em negativo.
Depois peguei a minha nikon e tirei algumas fotos da vela.
Nesse dia (14 de novembro) foi o mesmo da lua grande/brilhante enfim, mas estava nublado, chovendo de quando em vez e não deu pra ver lua nenhuma.
A luz voltou quase às 23h!
Ainda vou desenhar, pintar antes de ir dormir.
Mas fica comprovado que velas são românticas. Dançam conforme o vento moldando a cera com o calor.
Mosquitos é que não são românticos.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Galeto adulterado (receita)


Essa gororoba é a coisa mais gostosa que eu já fiz.
Faz sucesso e é 100% aprovado!
Transforme o galeto sem gosto em um frango saboroso e bem temperado.

Como faz:
Refogue 1 cebola inteira e 3 dentes de alho (ambos bem picadinhos).
Eu deixo a cebola passar um pouco do ponto, ficar mais fritinha. Gosto do alho bem fritinho também. Mas aí é gosto de cada um.
Depois adicione o galeto bem picado e misture.
[Quando tiver bem misturado, coloque molho inglês por cima de todo o frango e misture bem.] (opcional)
Quando tiver bem misturado, coloque mostarda por cima de todo o frango e misture bem.
Quando tiver bem misturado, coloque catchup por cima de todo o frango e misture bem.
Quando tiver bem misturado, coloque molho shoyu por cima de todo o frango e misture bem.
(O molho shoyu é o elemento chave para o nosso galeto adulterado, por isso eu coloco bastante).
Depois é só derramar um pouco de azeite, e voilà!

A amiga da minha mãe viu isso na mesa e pensou que fosse whiskas (sachê pra gato) e daí ficou o nome.
O pessoal já vem aqui perguntando do "whiskas".
Mas eu prefiro chamar de galeto adulterado.

sábado, 19 de novembro de 2016

Delirium - Carlos Patricio

As mazelas de nossa época


O livro começou pesado com Doutor Sádico e eu achei que ia ser assim o resto do livro. Mas não. E ainda bem que não. Porque Carlos levantou questões que acontecem ao nosso redor. As reações e suas conseqüências. Nunca paramos pra pensar o quão agonizante deve ser estarmos à mercê de um ladrão armado bêbado invadindo nossa casa, matando todo mundo. Matar a pessoa errada sem querer. Coisas que acontecem por aí.

“Telefone sem fio” mostra como uma simples história pode se transformar em um boato com a ajuda de pessoas que não tem nada a perder adicionando inverdades só pra ver o circo pegando fogo. Acontece diariamente.

Henrique é um personagem comum. Aquela pessoa que passa o dia jogando para escapar da realidade. Semelhante a isso, as redes sociais para o mesmo fim.

Guliver é outro personagem comum do nosso tempo. Com dificuldades de concentração, que se apaixona pela música mas infelizmente é pressionado a seguir a mesma carreira do pai. Tratado diferente de seu irmão mais novo (que se identifica mais com a profissão do pai), se torna um jovem revoltado, se sentindo injustiçado e sai de casa conhecendo as drogas.

Como uma ex-cristã, gostei muito da discussão sobre a religião. Poucas vezes eu li algo bem embasado.

Achei que a intenção de Carlos foi elucidar essas “mazelas”, vamos dizer assim, do nosso tempo. Acho que o livro é muito mais interessante para os jovens adolescentes, acho que esse é o público principal.


“Não sei se precisamos de psicólogos ou de uma razão pra viver”. É engraçado e estranho mas foi isso que refleti quando terminei de ler o livro, rs.

Gostei das várias citações. 

E essas ilustrações fizeram todo o diferencial. E a capa me lembrou “O Retrato” de Gogol.

PS.: Escrevi em 16/09/2016 para o skoob

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Voltei pro blog!

Reading in Bed  by Christopher Clark
Entonces fantasmas, aparentemente eu vou voltar a escrever no blog. Sei que ninguém lê, mas, de repente, me bateu aquela vontade de escrever algumas bobagens. Tive duas ideias e uma delas me fugiu.

Eu acho que sou bipolar.

Por enquanto eu só tenho postado na minha página do facebook. Não sei muito bem quanto tempo eu vou me dedicar ao blog, mas eu vou me organizar.

Faltou energia praticamente o dia todo no dia 14 de novembro, finalmente eu fiz meu bullet journal pra 2017, participei na produção de um evento sobre sustentabilidade, fiz cadernos para uma exposição e continuo com o meu curso de inglês.

Isso é tudo! @patylavir

terça-feira, 4 de outubro de 2016

"Le photographe est mort"

Em 1932 com o aparecimento do nazismo, Endre Friedmann, húngaro judeu, muda seu nome para Robert Capa. Dois anos seguintes ele conhece a alemã Gerda Taro, primeira mulher a fotografar guerras. Em 1937 ela morre com apenas 27 anos voltando do fronte da Batalha de Brunete. Seu trabalho foi publicado e reconhecido.

No dia 25 de maio de 1954, Capa pisa numa mina terrestre e morre na Guerra da Indochina deixando a câmera intacta.

É disso que se trata a música Taro da banda Alt-J: os últimos segundos de Capa registrando a guerra, andando em direção a mina, ficando mais perto de se juntar a Taro.

O vídeo que você vai ver abaixo foi editado por David Dean Burkhart (procure-o no youtube e conheça o seu trabalho):



fonte

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Coisinhas

Eu amo as coisinhas.
Amo o relógio de sapinho,
O quadro da capa do livro,
O cartão postal de Degas na parede,
As fotos na porta.
Gosto da planta no banheiro,
Do quadro do corredor,
Dos sinos na porta
E do vaso pendurado na varanda.
Gosto do porta ferro,
E do porta retrato que dei a mainha
Também das miniaturas de painho,
Da caneca que ele ganhou
E da pintura dele na minha parede.
Gosto do livro velho em cima do travesseiro
E dos livros empilhados.
Gosto das colheres de chá
E dos bigodes dos meus gatos.
Gosto das coisas que deveriam ser usadas
E das coisas que ganhamos de presente.
Gosto das coisas que contemplamos por segundos…

domingo, 28 de agosto de 2016

Dom Casmurro - Machado de Assis (trechos)

foto retirada do blog Andréia Rosevell

ninfa - Na mitologia grega, divindade feminina dos rios, das fontes, dos bosques e das montanhas. Em sentido figurado, designa uma mulher jovem e formosa.

Tétis - Na mitologia grega, divindade marinha, dotada de beleza excepcional, que personificava a água. Em sentido poético, designa o mar.

ce ne sont pas me gestes que j'écris; c'est moi, c'est mon essence - não é sobre meus gestos que escrevo; é sobre mim, sobre minha essência - frase do escritor e filósofo francês Michel de Montaigne (1533-1592)


Não só as belas ações são belas em qualquer ocasião, como são também possíveis e prováveis, pela teoria que tenho dos pecados e das virtudes, não menos simples que clara. Reduz-se a isto que cada pessoa nasce com certo número deles e delas, aliados por matrimônio para se compensarem na vida. Quando um de tais cônjuges é mais forte que o outro, ele só guia o indivíduo, sem que este, por não haver praticado tal virtude ou cometido tal pecado, se possa dizer isento de um ou de outro; mas a regra é dar-se a prática simultânea dos dois, com vantagem d portador de ambos, e alguma vez com resplendor maior da terra e do céu.
pag 93

O destino não é só dramaturgo, é também o seu próprio contra-regra, isto é, designa a entrada dos personagens em cena, dá-lhes as cartas e outros objetos, e executa dentro os sinais correspondentes ao diálogo, uma trovoada, um carro, um tiro.
pag 97

ab ovo - desde a origem

O valor do zero é, em si mesmo, nada; mas o ofício deste sinal negativo é justamente aumentar. Um 5 sozinho é um 5; ponha-lhe dois 00, é 500. Assim, o que não vale nada faz valer muito, coisa que não fazem as letras dobradas, pois eu tanto aprovo com um p como com dois pp.

Escobar: - Isto prova que as ideias aritméticas são mais simples, e portanto mais naturais. A natureza é simples. A arte é atrapalhada.
pag 115

A felicidade tem boa alma
pag 124

A resposta de Capitu foi um riso doce de escárnio, um desses risos que não se descrevem, e apenas se pintarão; depois estirou os braços e atirou-mos sobre os ombros, tão cheios de graça que pareciam (velha imagem!) um colar de flores. Eu fiz o mesmo aos meus, e senti não haver ali um escultor que nos transferisse a atitude a um pedaço de mármore. Só brilharia o artista, é certo. Quando uma pessoa ou um grupo saem bem, ninguém quer saber de modelo, mas da obra, e a obra é que fica. Não importa; nós saberíamos que éramos nós.
pag 133

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

O Ateneu - Raul Pompéia (trechos)


"Nenhum mestre é mau para o bom discípulo". pag.30

"Onde meter a máquina dos meus ideais naquele mundo de brutalidade, que me intimidava com os obscuros detalhes e as perspectivas informes, escapando à investigação da minha experiência?"
pag. 33

"Ninguém sabia dos sonhos e atribuía à excentricidade e o meu amor à solidão e ao sossego".
pag.51

Dr Cláudio sobre a arte em geral pag. 80-85

"O tédio é a grande enfermidade da escola, o tédio corruptor que tanto se pode gerar da monotonia do trabalho como da ociosidade." pag. 87

"As transações eram proibidas pelo código do Ateneu. Razão demais para interessar. Da letra da lei, incubados sob a pressão do veto, surgiram outros jogos, mais expressamente característicos, dados que espirravam como pipocas, naipes em leque, que se abriam orgulhosos dos belos trunfos, entremostrando a pança do rei, o sorriso galhardo do valete, a simbólica orelha da sota, a paisagem ridente do ás; roletas miúdas de cavalinhos de chumbo; uma aluvião de fichas em cartão, pululantes como os dados e coradas como os padrões do carteiro.
A principal moeda era o selo"...
pag. 88

"Súbito, no melhor das quadras, exatamente quando o poeta apostrava o dia sereno e o sol, comparando a alegria dos discípulos com o brilho dos prados, e a presença do Mestre com o astro supremo, mal dos improvisos prévios! desata-se das nuvens espessadas umas carga d'água diluvial, única, sobre o banquete, sobre o poeta, sobre a miseranda apóstrofe sem culpa.
Venâncio não se pertubou. Abriu um guarda-chuva para não ser inteiramente desmentido pelas goteiras e continuou, na guarita, a falar entusiasticamente ao sol, à limpidez do azul.
Não querendo desprestigiar o estimável subalterno, Aristarco fingia acreditar no improviso e, indiferente, deixava cair o aguaceiro. As abas do chapéu de palha murchavam-lhe ao redor da cabeça, o rodaque branco desengomava-se em pregas verticais gotejantes.
Para os rapazes a chuva foi novo sinal de desordem. Deixou-se o poeta com a sua inspiração arrebatadora de bom tempo; recomeçou a investida aos pratos.
A abóbada de folhagem que nos cobria, em vez de atenuar a violência das águas, concorria para fazer mais grossos os pingos. Pouco importava. A filosofia impermeável do diretor servia-nos também de capa. Que chovesse! Era o molho dos manjares que nos faltava. As frutas lavadas luziam como um verniz de frescura que o próprio outono não possui. O vinho estendia-se pela toalha encharcada numa generalização solene de púrpura. O banho oportuno do banquete vinha temperar a demasiada aridez das farinhas de recheio. 'Acabamos pela sopa, descobriu Nearco, o penetrante, por onde o vulgo principia!'". pag. 105

"Aristarco, reassumindo a dureza olímpica da seriedade habitual, apresentou-se e perguntou asperadamente se pretendíamos que a vida passasse a ser agora um piquenique perpétuo na desmoralização. Tacitamente negamos e a traquilidade normal entrou nos eixos". pag. 106

"Ilustrar o espírito é pouco; temperar o caráter é tudo"

"A educação não faz almas: exercita-as. E o exercício moral não vem das belas palavras de virtude, mas do atrito com as circunstâncias".

"O internato é útil; a existência agita-se como a peneira do garimpeiro: o que vale mais e o que vale menos, separam-se"
pag. 127

"Não era um ser humano: era um corpo inorgânico, rochedo inerte, bloco metálico, escória de fundição, forma de bronze, vivendo a vida exterior das esculturas, sem consciência, sem individualidade, morto sobre a cadeira, oh, glória! mas feito estátua."

"O monumento prescinde do herói, não o conhece, demite-o por substituição, sopeia-o, anula-o".
pag. 137

"Há reminiscências sonoras que ficam perpétuas, como um eco do passado. Recorda-me, às vezes, o piano, ressurge-me aquela data.
Do fundo repouso saído de convalescente, serenidade extenuada em que nos deixa a febre, infantilizados no enfraquecimento como a recomeçar a vida, inermes contra a sensação por um requinte mórbido da sensibilidade - eu aspirava a música como a embriaguez dulcíssima de um perfume funesto; a música envolvia-me num contágio de vibração, como se houvesse nervos no ar. As notas distantes cresciam-me n'alma em ressonância enorme de cisterna; eu sofria, como das palpitações fortes do coração quando o sentimento exacerba-se - a sensualidade dissolvente dos sons."
pag. 138

O Ateneu - Raul Pompéia

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Paixão por plantas




Plantei 4 sementes de laranja esses dias. Lembrei de uma laranja que plantei quando era mais nova (não lembro exatamente a minha idade), mas lembro que ela cresceu rápido e saudável. Como eu sempre morei em apartamento, a planta já estava ficando grande em um espaço pequeno. Dei a minha laranja (que tinha nome) a minha tia que morava perto e ela continuou crescendo bastante se tornando um belo pé de laranja lima.





Sempre gostei de plantas, desde pequena. Embaixo do prédio onde eu cresci, tinha várias plantas como, girassol, pitanga, pimenta, papoula, bananeira e algumas rosas que eu não sei o nome. Meu irmão uma vez plantou pau brasil (mas mijaram e a planta em extinção morreu). Tinha árvores enormes que infelizmente foram derrubadas porque, segundo uma avaliação, a raiz das árvores poderiam comprometer a estrutura do edifício.

Lembro dessa época com nostalgia, depois que essas árvores foram derrubadas, eu perdi todo o meu encanto por aquele espaço. Mas ficou em mim a vontade de plantar, espalhar sementes e acompanhar o crescimento da planta.

10 dicas de como começar um jardim

Ainda moro com os meus pais em um apartamento. Hoje tenho três gatos (que destruíram meu pé de feijão), então eu acabei colocando os vasos suspensos pendurando no teto da varanda [como fazer]. Tenho um cactus pequeno que eu comprei em uma feira e dois vasos só com areia. Quando eu sair de casa e for morar com meu namorado, quero já levar algumas plantinhas.

Usei garrafa plástica para plantar meu pé de feijão. Ecologicamente correto.

Minha vontade é de plantar mais frutas e folhas que posso usar na cozinha. Já fiz uma listinha de plantas que eu quero ter em casa. Já pesquisei jardins super criativos na internet.

Minha mãe costuma comprar as plantas em floriculturas, já eu gosto mesmo é de enterrar a sementinha e ter o cuidado de regar todos os dias.

Plantas da tia do meu namorado.

Fico feliz de ver vários amantes da natureza por aí fazendo horta comunitária em um terreno baldio, por exemplo.

Li uma notícia sobre um brasileiro chamado Alexandre Chut que plantou mais de 2 milhões de árvores pelo mundo. Onde ele ia, ele plantava uma semente.

Também uma mulher chamada Summer Rayne que tem mais de 500 plantas em um apartamento em Nova Iorque. É o apartamento mais verde que existe, com certeza.

Pretendo um dia ir a Deodoro, no Rio, pra visitar o Parque Radical onde os atletas das Olimpíadas do Rio plantaram sementes na abertura nos Jogos.


Há uma outra iniciativa que pretende reflorestar parte do deserto da África. É simples ajudá-los: é só usar o sistema de busca deles, que se chama Ecosia. Com o dinheiro dos anúncios que aparecem nesse site de busca, eles conseguem plantar árvores.

Peguei na rua mas infelizmente não sobreviveu :(

Se você está interessado(a) em plantar, há várias dicas na internet. Eu tenho uma playlist no youtube dedicado a plantas e também reciclagem, além da minha pasta no pinterest.

grupos no facebook também compartilhando dicas e algumas curiosidades.

domingo, 14 de agosto de 2016

Minha página no facebook


Voltei com o blog e aproveito pra dizer que eu criei uma página no facebook (@patylavirpage) para divulgar os cadernos artesanais que faço e algumas coisas relacionadas, como organização e dicas de como estudar.
Mas futuramente eu irei publicar outras coisas também - só em 2017 que eu terei mais novidades. Eu quero divulgar o meu "trabalho" e projetos que eu estarei envolvida.

Esses são os primeiros cadernos que eu estou vendendo lá na página.
Em breve terão outros à venda.
Eu trabalho com esse sistema de encadernação que desenvolvi observando outras encadernações. 

Como eu não tinha ferramentas suficiente, acabei por fazer de uma maneira ainda mais artesanal.
Meu caderno sobre Astrologia @patylavirpage
Os cadernos que eu faço atualmente são de um tamanho de bolso, ou seja, pequenos. Cada página tem o tamanho de 1/4 da folha tamanho A4. São fáceis de se carregar.
Como eu trabalho com costura, as folhas não podem ser destacadas, caso aconteça, uma outra será destacada também. É por este motivo que faço alguns cadernos com envelopes ou pockets (como tem nos tradicionais moleskines), onde você pode colocar folhas de anotações que precisam estar soltas.

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Eu quero continuar o blog de uma forma bem espontânea, sem me preocupar em fazer sempre atualizações.
Sempre gostei de escrever uma abobrinha ou outra, então resolvi voltar. 🍄

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Pedrosa


"João da Cunha Pedrosa é natural da cidade de Garanhuns, agreste meridional de Pernambuco (famosa cidade chamada Suíça Pernambucana devido ao seu microclima de temperaturas baixas). Nasceu em 26 de Junho de 1933, ano regido, na época, pelo Estado Novo – presidente Getúlio Vargas. 

O fotógrafo, mais conhecido como Pedrosa, tem muitas recordações de sua cidade natal – estudou no colégio Petula Brasileiro, onde estudou com outras personalidades da cidade. Depois foi estudar no Ginásio Diocese de Garanhuns sob a direção do padre Ademar Valença nos anos de 1942 – em plena Segunda Guerra Mundial.

Seu pai, embora “matuto”, gostava de ouvir a BBC de Londres e Rádio de Berlim. O pai, Antônio Alves Pedrosa, nascido em 10 de agosto de 1882, era altamente democrata e se dedicava a lavoura de café – foi o maior produtor de café do Estado de Pernambuco. Sua mãe, Adriana da Cunha Pedrosa fazia aniversário em 28 de outubro e era natural da cidade de Macaparanã, em Pernambuco onde o avô tinha um engenho. 

Pedrosa começou a fotografar em fevereiro de 1948, quando tinha 15 anos de idade. E um ano depois começou na área cinematográfica. Há 65 anos vem fotografando eventos. Não deixou a profissão porque ama muito a fotografia. Toda a sua vida é dedicada à fotografia e ao cinema – filmou para o grupo Severiano Ribeiro e teve oportunidade de fazer filmes e reportagens sobre o nordeste do Brasil.

Pedrosa não só trabalhou com Luiz Severiano Ribeiro, mas também no Jornal do Commercio, Diario Associados (na época de Assis Chateaubriand), Cruzeiro, Revista da Semana, Jornal O Globo, Sudene (assistiu à inauguração) e na Revista Manchete foi o primeiro representante da revista ao lado de Alexandrino Rocha.

Sua irmã, Maria Auxiliadora da Cunha Pedrosa, era formada em línguas e falava muito bem inglês, francês e alemão. Morou oito meses nos Estados Unidos em 1946 – logo após a Segunda Guerra Mundial. Após 1946 foi morar no Rio de Janeiro, onde Pedrosa teve a oportunidade de passar as férias.

Foi com uma Argus C3, câmera fotográfica emprestada de sua irmã que Pedrosa iniciou como amador e foi o que deu o ponto de partida para a sua jornada na fotografia. Foi com a mesma câmera que, em 1962, fez as fotos da campanha de Getúlio Vargas na praça Joaquim Nabuco – foi a foto que foi publicada no dia do suicídio desse presidente. Começou a cobrir jogos esportivos e reportagens policiais e depois cobriu os eventos sociais junto com Altamiro Cunha – editor da revista do Clube Internacional. Também teve a oportunidade de acompanhar o colunista social chamado Zildo Maranhão e também José de Souza Alencar. Fotografia social, na época em que começou, era uma área pouco explorada – tinha apenas entre 3 e 4 fotógrafos da área.

As pessoas mais importantes para a formação e que deram apoio para entrar na área de fotografia jornalística foi um grande amigo chamado Jota Soares – diretor na época do jornal O Dia, Diário da Manhã e Jornal Pequeno – ele deu oportunidade de fazer muitos serviços de reportagens a serem publicados nesses veículos. Nos anos 1950 teve como amigos Diógenes Montenegro e Murilo do Diario de Pernambuco, Maurício Lacerda, Firmo Neto, Walter Guimarães Mota e Armando Laroucha. Pedrosa também participou das férias de Marcos Maciel e sua família na residência da chácara do pai em Garanhuns. Também teve o apoio da mãe de Marcos – Dona Carmen Lúcia Maciel.

Em março de 1952, teve todo o apoio de Getúlio Vargas e sua comitiva. O então presidente foi conhecer as instalações da hidroelétrica de São Francisco em Paulo Afonso. Foi a convite de Gomes Maranhão e Agamenon Magalhães que Pedrosa conseguiu fotografar Getúlio Vargas abrindo a primeira safira do petróleo do Brasil – Vargas pegou o petróleo na mão e proclamou: “Brasil, o petróleo é nosso”.


É nesse cenário que o fotógrafo João da Cunha Pedrosa firma a sua carreira de 64 anos - ao lado de grandes nomes, de grandes cenários e fatos históricos. Pedrosa presenciou e vivencia hoje a evolução da área de fotografia."


Eu escrevi esse texto em 2013 e fico sabendo hoje do falecimento de Pedrosa. 
Esse grande fotógrafo faleceu dia 26 de janeiro de 2016 aos 82 anos.
Vai deixar muitas saudades!