terça-feira, 7 de julho de 2015

Quatro calcinhas e nada mais

universo do tumblr

Um dia desses eu tava comentando com a minha mãe que eu estava precisando comprar calcinhas. Minhas calcinhas foram acabando porque algumas estavam furadas, outras perderam a elasticidade, e outras eu nunca mais vi na vida - perdi mesmo.

Em dado momento eu percebi que eu estava apenas com 4 calcinhas. E percebi que as outras não me fizeram falta. Com exceção da calcinha de bolinha do Pato Donald (que era muito fofa). Enfim.

Depois que eu finalmente mantive o hábito de lavar calcinha no banheiro e estender assim que saísse do banho, nunca mais precisei pegar uma qualquer (velha) de última hora, ou esperar secar no ventilador.

Me peguei refletindo que na realidade, usar 4 calcinhas bastam pra mim. E se algum dia alguém roubar do varal, ainda tem a parte de baixo do biquíni. "Nossa, que exagero". Realmente.

Tá na moda agora o minimalismo. Vejo várias matérias pela internet sobre isso. Acho interessante as mini-casas, o guarda-roupa cápsula e outros desapegos. Mas a realidade é outra.

A gente vai pro shopping e vê aquele vestido lindo, ou aquele conjunto lindo e acha que a gente "precisa" daquilo. Vai lá e compra. Depois vê que não tem ocasião pra usar.

Fui organizar meu guarda-roupa, pra doar várias peças de roupa, como faço todo ano. E fiz uma cota de quantidade. X pra blusas, X pra calças, X pra vestidos e etc. E a ideia era que se eu fosse comprar uma peça nova, me desfizesse de uma.

Percebi que eu realmente não precisava muito disso porque nunca fui de entrar em shopping pra comprar roupa. Às vezes eu comprava, mas era raro. Posso afirmar seguramente que 80% do meu armário foram de roupas que ganhei da minha mãe. 5% de outras pessoas. E o resto eu de fato escolhi.

O mais difícil pra mim foi desapegar das blusas. Porque eu realmente gostava de todas elas. Mas fui excluindo as que ou apareciam muito meu decote ou tinham a tendência pra mostrar meu sutiã. E ainda tenho uma que faz isso. Mas eu explico: ela é a única de cor. O resto é preto e cinza. Porque eu prefiro as cores neutras.

Não quero me alongar, não tem necessidade disso. Mas vale a reflexão: você precisa mesmo comprar calcinhas novas?

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Maratona Literária de Inverno #MLI2015


Resolvi participar pela primeira vez. Eu nem ia me inscrever, mas me inscrevi. Todos os livros que escolhi são do desafio. Não vou participar da TBR temática por motivos de: os livros que selecionei pro desafio não conferem com as temáticas semanais, apenas 2 livros se encaixam numa mesma semana, então não vou participar.

Pra quem não sabe do que eu estou falando, assista esse vídeo pra entender.

A maratona vai do dia 06 de julho até dia 03 de agosto.

O desafio:
1. um livro com figuras ou ilustrações. Esse livro tem alguns quadrinhos, mas acho que se encaixa: Para ler o Pato Donald - Comunicação de massa e colonialismo - Ariel Dorfman e Armand Mattelart
2. comece e/ou termine uma série, trilogia ou duologia. No meu caso vou terminar Harry Potter com As Relíquias da Morte - J.K. Rowlings
3. um livro que alguém escolheu por você: Stempenyu: um romance judaico - Sholem Aleichem
4. um livro que já virou ou vai virar uma adaptação cinematográfica: Persuasão - Jane Austen
5. um livro com a capa azul: Introdução à Comunicação de Massa - Edwin Emery, Phillip H. Ault, Warren K. Agge
6. um livro do gênero que você menos leu ano passado. Tiveram vários gêneros, mas escolhi poesia:  Poesia Pernambucana Hoje - Volume 1 - Vital Corrêa de Araújo
7. um livro que você ganhou: Mexendo o Pirão - Adriano Marcena
8. um livro com mais de 400 páginas. Eu exagerei e coloquei um que tem mais de 500: O Tambor - Günter Grass
Vocês podem observar que quando a gente empilha os livros, a maioria dos títulos ficam de cabeça pra baixo.
Pois é, esse é meu apelo pras editoras: parem com isso, por favor! Olha como fica feio!

Bom, eu estarei atualizando tudo pelo twitter. Se calhar, faço alguma coisa aqui no blog sobre cada livro. É bom que eu exercito. Gostaria muito de saber escrever resenhas. Afinal, sou jornalista!