segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Descobrindo banda - Grimes


Sem querer eu descobri uma banda chamada Grimes (que na verdade é como Claire Boucher é conhecida). A banda é de estilo eletrônica e industrial underground que nunca me chamou atenção e nunca me atraiu. A garota tem apenas 24 anos e já é artista, musicista e diretora de videoclipes canadense. Mas o que mais me chamou atenção foi seu vocal e seus videoclipes.

Seu terceiro álbum, Visions (2012) foi classificado pelo The New York Times como "um dos álbuns mais impressionantes do ano até agora."
A música de Grimes foi notada por críticos e jornalistas por sua combinação atípica de elementos vocais, bem como uma grande variedade de influências, que vão desde o industrial e eletrônico ao pop, hip hop, R&B, noise rock e até mesmo música medieval.


Foi através deste videoclipe que eu conheci Grimes (ainda que timidamente) e essa música entre outras que andei escutando foi a que mais gostei (e é do álbum Visions).

Eu gostei e vocês?
Página oficial

sábado, 29 de dezembro de 2012

Lua

Lua imagem nua
Riqueza de prata
Nudez só sua
Claridade refrata
Suspensa no ar
Em camada fina
Semblante dum par
Colírio de retina
Fomento de espaço
Orientação contínua
Alivia mormaço
Suave nas fases
Insinua...
A crescente beleza
No minguar de sonhos
Cheia como alteza
Novamente...
Ainda somos risonhos!

Ângelo Lima

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

The Cars - Drive



Who's gonna tell you when,
It's too late,
Who's gonna tell you things,
Aren't so great.

You cant go on, thinkin',
Nothings' wrong, but bye,
Who's gonna drive you home,
tonight?

Who's gonna pick you up,
When You fall?
Who's gonna hang it up,
When you call?

Who's gonna pay attention,
To your dreams?
And who's gonna plug their ears,
When you scream?

You can't go on, thinkin'
Nothings wrong, but bye,
(who's gonna drive you)
Who's gonna drive you home, tonight?
(who's gonna drive you home)

(bye baby)

Who's gonna hold you down,
When you shake?
Who's gonna come around,
When you break?

You can't go on, thinkin',
Nothin's wrong, but bye,
(Who's gonna drive you)
Who's gonna drive you home, tonight?
(who's gonna drive you home)

Oh, you know you can't go on, thinkin',
Nothin's wrong,
(Who's gonna drive you)
(Who's gonna drive you home)
Who's gonna drive you home, tonight?

(bye baby)

domingo, 23 de dezembro de 2012

Jornalismo Cultural - Daniel Piza


Aqui vai algumas anotações sobre o livro Jornalismo Cultural de Daniel Piza. Cada capítulo está analisado aqui. Apesar de ter muitos trechos do livro, não se pode dispensar essa leitura maravilhosa e importantíssima para estudantes de Jornalismo e para quem gosta de escrever sobre. 
Utilizo muito a abreviação que fiz (não sei se já existe). JC = Jornalismo Cultural e não Jornal do Commercio


Sinopse

Este livro descreve a fascinante trajetória do jornalismo cultural e dá orientações preciosas a quem se dispuser a produzi-lo. Embora seja muitas vezes relegado a segundo plano pelos veículos de comunicação - costuma ser uma das primeiras vítimas de cortes de pessoal e reduções de custos -, o jornalismo cultural continua entre os preferidos do público e ganha cada vez mais status entre os jovens que pretendem seguir a profissão. Praticá-lo, no entanto, é muito mais do que emitir opiniões sobre filmes, livros, peças de teatro e novelas. É um exercício constante de aprimoramento e busca pela informação.
Primeiro capítulo: Daniel Piza mostra a história de como surgiu o jornalismo cultural e fala, em ordem cronológica, da Inglaterra, EUA e Brasil e seus principais nomes e personalidades (escritores e jornalistas) e grandes jornais que fizeram parte dessa corrente de Jornalismo Cultural. Neste capítulo ele diferencia o Jornalismo Cultural e Jornalismo Literário* dizendo que este não faz jornalismo sobre literatura, mas tem recursos de literatura (descrições detalhadas, muitos diálogos e etc.).

Segundo Capítulo: O negativo do JC se encontra neste capítulo. Aqui o autor fala sobre Indústria Cultural, cultura, elitismo (qualidade) e populismo. Deixa claro que o "filtro jornalístico tem falhado em método e eficácia". E ainda faz um apelo na página 48: "Há indivíduos que só leem romance policial, os que só ouvem jazz, os que só querem saber de cinema 'de arte', os que só gostam de livros de autoajuda. Não resta dúvida de que esses critérios é nocivo, pois limita e vicia a sensibilidade". Aponta que o jornal impresso (no Brasil) se limita em cinema americano, TV brasileira e música pop. 
Três partes deste capítulo que merece ser lido:
  • "Um cidadão mais consciente de suas escolhas, simultaneamente mais crítico e mais tolerante, é um cidadão melhor - que erra do mesmo jeito, mas tem mais chance de corrigir o erro ou ao menos de saber por que errou".
  • "Ser culto é pertencer a todos os tempos e lugares, sem deixar de pertencer a seu tempo e lugar. O JC deve se nutrir disso".
  • "O padrão das colunas caiu em parte porque foram entregues a 'personalidades' que se destacaram mais por seu nome que por seu texto".

Terceiro capítulo: Entre muitas coisas interessantes nesse capítulo vou citar apenas o que compreendi ser mais importante.
Quando o autor no tópico "Adendo: colunas de opinião" fala sobre o colunista inglês, historiador conservador Paul Johnson que escreveu que um bom colunista deve ter cinco atributos: 
1. sabedoria (viagens, vivência social, conhecimentos gerais)
2. leitura (sem ser livresco ou professoral, mas sempre atento às ideais)
3. senso de notícias (recomendando três de quatro colunas dedicadas a um assunto em voga)
4. variedade (não ficar num só tema, especialmente se for político ou econômico)
5. personalidade (a primeira pessoa é imprescindível - "Uma coluna impessoal é uma contradição e termos, como um diário discreto" -, mas o tema constante não deve ser o autor, ou suas relações pessoais).

No tópico seguinte, "reportar é saber", Piza diz que no JC existe espaço para a reportagem noticiosa assim como acontece em "hard news". "O jornalista pode revelar uma ação entre amigos numa premiação ou o calor de um novo contrato de algum famoso. Pode denunciar uma falcatrua na política cultural, ou adiantar o nome do novo secretário ou ministro do setor, ou demonstrar como os recursos públicos não estão chegando aos produtores culturais. Ou pode mapear os problemas dos museus da cidade, as dificuldades técnicas e financeiras de produzir um disco de qualidade no Brasil etc. Ou ainda antecipar inéditos de um grande escritor ou revelar que ele, digamos, colaborou com algum regime autoritário".

Quando digo que Daniel Piza é generoso, não falo nenhuma mentira. Dicas sempre são bem-vindas, e ele faz isso muito bem no tópico "Dez dicas". Lá vão elas:
1. Não "compre" nenhuma versão. Duvide sempre do que ouve e faça contraste com outros -pomos- pontos de vista. Não tenha medo de perguntar o que quer que seja a quem quer que seja.
2. Faça abertura de texto atraente, sem demorar demais a introduzir o leitor no ponto central da matéria.
3. Mantenha ritmo no texto, amarrando uma informação na outra, para não perder a leitura. Agilidade é indispensável, sem prejuízo do teor informativo. Textos ralos ou que simplesmente empilham os dados são os mais tediosos. Examine a possibilidade de cortar cada palavra.
4. Hierarquize as informações. Escolha as falas e os fatos mais importantes: nem tudo que se apura tem interesse para o leitor. Cuidado com os advérbios. É melhor dizer "nos últimos 15 meses" do que "ultimamente". Quanto pior a precisão, melhor. E o tamanho do parágrafo é determinado pela necessidade de completar uma informação ou argumento, não por um número de linhas imposto de fora.
5. Evite clichê: chavões ("separar o joio do trigo", "procurar uma agulha no palheiro"), adjetivos gastos ("cena intrigante", "final comovente"), termos pomposos ("deficiente visual" é "cego)". use trocadilhos com parcimônia. Seja coloquial e fluente, sem ser banal e previsível.
6. Preocupe-se em dar título, em propor a foto, em fazer legendas, chapéus e olhos, em interagir com a diagramação. Esses recursos dão cara e cor ao texto e é fundamental que tenham coerência entre si. Nada mais chato para o leitor do que uma produção visual que promete uma matéria que não é aquela e vice-versa.
7. Não abuse dos verbos "discendi", como "diz", "afirma" etc. Muitas vezes o autor fala já está subentendido e a interrupção das aspas só atrapalha. Também não é preciso ficar alterando o verbo, apenas para não repeti-lo: dê preferência ao "diz". E verbos como "ironiza", "alfineta" etc só são úteis quando a fala do entrevistado não deixou claro se ele está ironizando ou alfinetando.
8. Traduza sempre que possível o jargão do setor. Um título como "Solos revitalizam investigação coreográfica" (de uma crítica de dança da iFolha de S.Pauloi em 2003) ou "Fulano plastifica o vazio" (de uma crítica de artes visuais de iO Estado de S.Pauloi em 2001) afastam tanto o não especialista como o especialista no assunto. Mostrar familiaridade com o assunto é saberexpô-lo de forma clara. Citações devem ser usadas quando é realmente notáveis, não como argumento de "autoridade". E modere o "nomedropping", as longas sequências de nomes ou títulos.
9. Seja criativo no texto e na edição. Manuais de redação são apenas para orientação e padronização. Nenhuma "objetividade jornalística" implica não usar metáforas, riqueza verbal, humor. Ou esquecer a importãncia da pontuação; o ponto e vírgula, por exemplo, parece ter desaparecido dos jornais e revistas. E nada mais desencorajador do que um título como "Novo livro de Lygia Fagundes Telles chega hoje às livrarias".
10. Dê um fecho ao texto.

Quarto capítulo: Este último capítulo é para ter orgulho do Jornalismo Cultural. Daniel Piza fala sobre seu trabalho quando o jornal chegou no auge em JC. Conta sobre uma reportagem que teve uma ótima repercussão sobre o Parque Nacional de Serra da Capivara (PI).
"Acreditamos no prazer do texto e fomos reconhecidos por isso" sobre o caderno Fim de Semana.
O autor diz que para ser um bom jornalista cultural é preciso ser "inteligente sem ser chato, agradável sem ser frívolo, provocante sem ser antipático" e tratando o leitor com respeito, não bajular e não chocar.
Fala sobre a importância do Jornalismo Cultural e também de suas divergências. 

Daniel Piza morreu em 2011 de AVC aos 41 anos de idade. Escreveu 17 livros e era colunista do  jornal O Estado de S.Paulo. Deixou mulher e três filhos.

Apesar de ser um ótimo livro, até porque o Daniel Piza tem uma escrita que agrada a qualquer leitor (talvez por ter sido jornalista), o livro é cheio de erros de edição. Parece até que não deu tempo de ser revisado. O que eu acho um desrespeito ao autor e ao leitor. Mas felizmente não impede a leitura. Os erros não são tão gritantes a ponto do leitor desistir da leitura. Acho que graças ao Daniel isso foi possível. E que D. o tenha!

Não fique satisfeito só com o que escrevi do livro aqui. Compre o livro e leia que será muito mais proveitoso.

*Leia também: Jornalismo Literário - Felipe Pena

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Dica de Filme/Livro: Eu, Christiane F., treze anos, drogada, prostituída...

Sinopse do livro
A obra em questão originou-se do próprio interesse de Christiane F, em romper o silêncio e relatar seu depoimento aos jornalistas Kai Hermann e Horst Rieck sobre a questão dos tóxicos entre os adolescentes. O livro tem início com o texto do processo (Berlim, 1978) em que Christiane, colegial, menor de idade, é acusada de consumir, de maneira contínua, substâncias e misturas químicas proibidas por lei. Foi acusada também de ter-se entregado à prostituição, com o propósito de juntar dinheiro suficiente para comprar drogas. Após tudo isso, sua família se desestruturou; o pai ficou desempregado, a mãe pediu o divórcio, e o inferno instalou-se no seio da família. Christiane era surrada sempre e o lar, por ter-se transformado num ambiente hostil, fez com que ela procurasse as ruas. O livro intercala o depoimento de Christiane com o de sua mãe, de policiais que tiveram contato com a menina, e de psicólogos. De Christiane F. sabe-se que ela esteve longe das drogas por cinco anos, depois de o livro ser publicado, e que vivia com um músico alemão famoso. Atualmente, tem uma filha de três anos.
Filme


Resenha de Mariana Melo


Após o livro
A maioria dos amigos de Christiane morreu vítima da heroína, entre eles sua amiga Babsi com 14 anos a mais jovem vítima da heroína, além de Andreas W. (Atze) — que deixou uma carta de conselhos aos jovens alertando sobre o perigo da heroína —, e Axel, ambos com 17.
Christiane sobreviveu, mas nunca conseguiu se livrar do vício. Aos 45 anos, tomava vários medicamentos, passava regularmente por sessões de terapia que não eram bem sucedidas.
Tem hepatite C e problemas circulatórios. Os médicos, além de afirmarem que, devido a eles, ela pode ter uma crise súbita, dizem também que seu estado é irreversível. Em dezembro de 2005, o serviço público de saúde alemão registrou duas internações da paciente.
Christiane passou um período morando num apartamento simples em Berlim com dois tios e com o filho, Jan-Niklas.
Detlef também sobreviveu e trabalha como motorista de ônibus em Berlim. Mora com sua esposa e dois filhos e garante que se livrou das drogas em 1980.

Atualmente
Aos 46 anos de idade voltou a tomar drogas pesadas.
O filho vive atualmente numa instituição para menores nas redondezas de Berlim, e os avós deverão ajudar a decidir onde será a sua futura morada.
O novo drama de Christiane começou no início de 2008, quando ela e o namorado decidiram emigrar para os Países Baixos levando a criança. Ao ter conhecimento do plano, a justiça alemã tomou a criança da mãe, com a ajuda da polícia. Pouco tempo depois, ela sequestrou o próprio filho e fugiu para Amesterdã. Na capital holandesa, Christiane voltou a consumir heroína.
Após uma briga com o namorado, Christiane regressou no final de junho de 2008 à Alemanha, quando seu filho foi retirado de sua guarda pelas autoridades alemãs.
Hoje ela tem 50 anos.

Filme completo

https://www.youtube.com/watch?v=LFuWw2Q1T1s

Entrevista
Fontes: Skoob, Youtube, Wikipédia

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Joan Osborne - One of us

Oh, one of these nights at about twelve o'clock
This whole earth is gonna reel and rock
Saints will tremble and cry for pain
For the Lord's gonna come in his heaven airplane.



If God had a name what would it be?
And would you call it to his face?
If you were faced with Him in all His glory
What would you ask if you had just one question?

Yeah, yeah, God is great
Yeah, yeah, God is good
Yeah, yeah, yeah-yeah-yeah

What if God was one of us?
Just a slob like one of us
Just a stranger on the bus
Tryin' to make His way home?

If God had a face what would it look like?
And would you want to see, if seeing meant
That you would have to believe in things like heaven
And in Jesus and the saints, and all the prophets?

Yeah, yeah, God is great
Yeah, yeah, God is good
Yeah, yeah, yeah-yeah-yeah

What if God was one of us?
Just a slob like one of us
Just a stranger on the bus
Tryin' to make his way home?

Tryin' to make his way home?

Back up to heaven all alone
Nobody calling on the phone
'Cept for the Pope maybe in Rome

Yeah, yeah, God is great
Yeah, yeah, God is good
Yeah, yeah, yeah-yeah-yeah

What if God was one of us?
Just a slob like one of us
Just a stranger on the bus
Tryin' to make his way home?
Like a holly rolling stone

Back up to heaven all alone
No, just tryin' to make his way home
Nobody calling on the phone
Cept for the Pope maybe in Rome

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

5 livros para ler no Natal

1. Réquiem para o Natal - Histórias sobrenaturais, de suspense e de terror com temática natalina
Natal. Época de paz, amor e fraternidade. Mas não para você. Esqueça-se de tudo o que seus pais lhe contaram quando criança e prepare-se para conhecer o lado sombrio do Natal em 44 histórias sobrenaturais, de suspense e de terror. Nada de amor e fraternidade. A única paz que encontrará aqui é a paz eterna. Atreva-se a abrir este presente.

2. Esquecer o Natal - John Grisham
Nada de árvores, estresse de shopping lotado, despesas sem controle, cartões com mensagens de paz e felicidade. O Natal dos Krunk será diferente: no lugar da festa, do panetone, do peru ou das luzinhas piscando no quintal, o plano é fazer um cruzeiro ao Caribe e desprezar qualquer emoção natalina que ponha tudo a perder. John Grisham provoca boas gargalhadas no leitor com esta hilariante fábula de Natal para os tempos modernos.

3. Um Conto de Natal - Charles Dickens
"Um Conto de Natal", do britânico Charles Dickens (1812-1870), está, certamente, entre as histórias mais difundidas da literatura ocidental. O enredo nos traz a figura de Scrooge, um rabugento homem de negócios de Londres, sovina e solitário, que não demonstra um pingo de bons sentimentos e compaixão para com os outros. Não deixa que ninguém rompa sua carapaça e preocupa-se apenas com seus lucros. No frio natalino, ele é visitado pelo fantasma de Marley, seu sócio, morto há algum tempo. Esta visita muda a sua vida.
A história foi escrita entre outubro e novembro de 1843, para ser publicada em capítulos de jornal, com ilustrações de John Leech, em dezembro do mesmo ano. O enredo é familiar a todos: foi filmado várias vezes, televisionado, adaptado para o teatro, para crianças, transformado em desenho animado e até em histórias em quadrinhos. Até mesmo a figura de Scrooge teve descendentes, já que o nome original do Tio Patinhas, personagem de Walt Disney, é Uncle Scrooge.

4. Mistério de Natal - Jostein Gaarder
Durante os 24 dias anteriores à noite de Natal, o menino Joaquim acompanha um grupo de peregrinos que voltam no tempo para chegar a Belém, onde vão homenagear um recém-nascido. Uma fábula sobre a tolerância, na qual o autor de O mundo de Sofia traça um roteiro histórico do cristianismo.

5. O Clube do Biscoito - Ann Pearlman
Todos os anos, na primeira segunda-feira de dezembro, Marnie e suas doze amigas mais íntimas se reúnem para uma festa, trazendo um montão de biscoitos caseiros lindamente embrulhados. Além dos biscoitos, todas devem comparecer com quitutes, vinho e, lógico, muitas e deliciosas histórias. Este ano, por diversos motivos, o encontro será especialmente importante. A filha mais velha de Marnie está passando por uma gravidez de risco. Quem sabe, ao fim da reunião, vamos descobrir como terminará essa história. O pai de Jeannie está traindo a esposa com a melhor amiga da filha. Quem mais sabe sobre o caso? Mesmo entre amigas tão íntimas quanto elas, será possível simplesmente passar uma borracha e perdoá-los? O marido de Rosie não quer filhos; ela precisará decidir, muito em breve, se isso é motivo para terminar tudo. E não para por aí: após ser deixada pelo marido, a vida financeira de Taylor está em derrocada. Cada mulher, cada amiga tem uma história para contar, e elas estão todas entrelaçadas, assim como suas vidas.

Fonte: Skoob

domingo, 9 de dezembro de 2012

Dica de tumblr: common people reading

Ana Catharina
[Juiz de Fora/MG - Brasil]

Common People Reading é um tumblr do criador Wolney Fernandes: são fotos de pessoas comuns de todo mundo, lendo seu livro favorito (ou não), sendo criativos (ou não). 

Tati Almeida fotografada por Odailso Berté
[Goiânia/GO - Brasil]

O criador se inspirou no Awesome People Readind, tumblr com a ideia de publicar fotos de pessoas famosas, fotos antigas e etc.

Sobrinho de Benjamin Urdaneta

Para enviar sua foto lendo, envie a foto, seu nome e de onde você é e mande para: wolney7@gmail.com
Tem muita foto legal, é só passar lá pra ver ;)

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

A Revolução dos Bichos


Tirei do blog Estamos todos Cegos?

Animal Farm (A Revolução dos Bichos) é um romance satírico do escritor inglês George Orwell, publicado no Reino Unido em 17 de agosto de 1945 e apontado pela revista americana Time entre os cem melhores da língua inglesa. A sátira feita pelo livro à União Soviética comunista obteve o 31º lugar na lista dos melhores romances do século XX organizada pela Modern Library List.

O livro narra uma história de corrupção e traição e recorre a figuras de animais para retratar as fraquezas humanas e demolir o "paraíso comunista" proposto pela Rússia na época de Stalin. A revolta dos animais da Manor Farm contra os humanos é liderada pelos porcos Snowball (Bola-de-Neve) e Napoleon (Napoleão). Os animais tentam criar uma sociedade utópica, porém Napoleon é seduzido pelo poder, afasta Snowball e estabelece uma ditadura tão corrupta quanto a sociedade de humanos.

Para o autor, um social-democrata e membro do Partido Trabalhista Independente por muitos anos, a obra é uma sátira à política stalinista que, segundo sua ótica, teria traído os princípios da revolução russa de 1917.


Resenha:


Nesta excelente fábula de crítica ao totalitarismo escrita pelo escritor britânico, os animais tomam o poder em uma fazenda e estabelecem seus propósitos. "A Revolução dos Bichos", fábula de crítica ao totalitarismo, denuncia os caminhos distorcidos do poder ilimitado.

Na Estante da Nine sobre o livro clique aqui.

Filme Completo:


Para ler na versão e-book clique aqui!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Playlist

1. Bob Marley - Stir it up

2. Courtney Love - Uncool


3. Michael Cera and Ellen Page - Anyone Else But You

4. James Blunt - Carry You Home


5. Alice in Chains & Pearl Jam - Alone

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

O Mistério de Sittaford - Agatha Christie

O Mistério Sittaford é um romance policial escrito por Agatha Christie e publicado em 1931.

Sinopse
Na remota localidade de Sittaford, prestes a ser assolada por uma poderosa tempestade de neve, um grupo de vizinhos reunidos na imponente mansão que dá nome ao lugar resolve se entregar a um passatempo excitante e aparentemente inofensivo: uma sessão espírita improvisada. O que deveria ser uma distração sem maiores consequências assume tons sombrios quando a mesa dos espíritos soletra o nome de um conhecido de todos os presentes, seguido da palavra “assassinado”. Trote de mau gosto ou um aviso sobrenatural? Em mais um de seus engenhosos romances, Agatha Christie surpreende os leitores com a narrativa misteriosa de um crime que teoricamente não poderia ser cometido.



Enredo
Sittaford House é uma mansão localizada em um pequeno vilarejo da campanha inglesa. O dono da casa, Joseph Trevelyan, não resistiu à oferta de alugá-la durante o inverno para as senhoras Willett e Violet Willett, mãe e filha, e se mudou provisoriamente para a cidadezinha mais próxima. Ao redor da mansão existem seis casas menores, construídas e vendidas ou alugadas pelo Sr. Trevelyan.

As novas moradoras da mansão querem estabelecer boas relações com os vizinhos e convidam-nos frequentemente para tomar chá e jogar nas frias tardes do inverno inglês. Numa tarde, decidem jogar o jogo do copo, onde o objetivo é comunicar-se com os espíritos. Durante o jogo recebem a mensagem de que o Sr. Trevelyan foi assassinado naquele momento.

O seu melhor amigo, que mora numa das casas e participava do jogo, sai no meio de uma nevasca para saber se realmente acontecera algo com Trevelyan, chegando na cidadezinha, descobre que era verdade: seu amigo foi assassinado misteriosamente.

É, assim, acusado o sobrinho do Sr. Trevelyan, mas a sua namorada, Emily Trefusis, em associação com um jornalista, Charles Enderby, não se dá paz. Vai para o vilarejo de Sittaford investigar a situação para provar a inocência do seu amado.

[...]

domingo, 2 de dezembro de 2012

Mensagem do dia

É fácil esquecer o tempo em que você sabia das coisas, imaginando que foram sonhos ou milagres antigos.
Nada bom é um milagre, nada adorável é um sonho.



Richard Bach - Manual do Messias, Lembrete para a alma avançada. (O livro perdido de Ilusões)