segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Descobrindo banda - Grimes


Sem querer eu descobri uma banda chamada Grimes (que na verdade é como Claire Boucher é conhecida). A banda é de estilo eletrônica e industrial underground que nunca me chamou atenção e nunca me atraiu. A garota tem apenas 24 anos e já é artista, musicista e diretora de videoclipes canadense. Mas o que mais me chamou atenção foi seu vocal e seus videoclipes.

Seu terceiro álbum, Visions (2012) foi classificado pelo The New York Times como "um dos álbuns mais impressionantes do ano até agora."
A música de Grimes foi notada por críticos e jornalistas por sua combinação atípica de elementos vocais, bem como uma grande variedade de influências, que vão desde o industrial e eletrônico ao pop, hip hop, R&B, noise rock e até mesmo música medieval.


Foi através deste videoclipe que eu conheci Grimes (ainda que timidamente) e essa música entre outras que andei escutando foi a que mais gostei (e é do álbum Visions).

Eu gostei e vocês?
Página oficial

sábado, 29 de dezembro de 2012

Lua

Lua imagem nua
Riqueza de prata
Nudez só sua
Claridade refrata
Suspensa no ar
Em camada fina
Semblante dum par
Colírio de retina
Fomento de espaço
Orientação contínua
Alivia mormaço
Suave nas fases
Insinua...
A crescente beleza
No minguar de sonhos
Cheia como alteza
Novamente...
Ainda somos risonhos!

Ângelo Lima

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

The Cars - Drive



Who's gonna tell you when,
It's too late,
Who's gonna tell you things,
Aren't so great.

You cant go on, thinkin',
Nothings' wrong, but bye,
Who's gonna drive you home,
tonight?

Who's gonna pick you up,
When You fall?
Who's gonna hang it up,
When you call?

Who's gonna pay attention,
To your dreams?
And who's gonna plug their ears,
When you scream?

You can't go on, thinkin'
Nothings wrong, but bye,
(who's gonna drive you)
Who's gonna drive you home, tonight?
(who's gonna drive you home)

(bye baby)

Who's gonna hold you down,
When you shake?
Who's gonna come around,
When you break?

You can't go on, thinkin',
Nothin's wrong, but bye,
(Who's gonna drive you)
Who's gonna drive you home, tonight?
(who's gonna drive you home)

Oh, you know you can't go on, thinkin',
Nothin's wrong,
(Who's gonna drive you)
(Who's gonna drive you home)
Who's gonna drive you home, tonight?

(bye baby)

domingo, 23 de dezembro de 2012

Jornalismo Cultural - Daniel Piza


Aqui vai algumas anotações sobre o livro Jornalismo Cultural de Daniel Piza. Cada capítulo está analisado aqui. Apesar de ter muitos trechos do livro, não se pode dispensar essa leitura maravilhosa e importantíssima para estudantes de Jornalismo e para quem gosta de escrever sobre. 
Utilizo muito a abreviação que fiz (não sei se já existe). JC = Jornalismo Cultural e não Jornal do Commercio


Sinopse

Este livro descreve a fascinante trajetória do jornalismo cultural e dá orientações preciosas a quem se dispuser a produzi-lo. Embora seja muitas vezes relegado a segundo plano pelos veículos de comunicação - costuma ser uma das primeiras vítimas de cortes de pessoal e reduções de custos -, o jornalismo cultural continua entre os preferidos do público e ganha cada vez mais status entre os jovens que pretendem seguir a profissão. Praticá-lo, no entanto, é muito mais do que emitir opiniões sobre filmes, livros, peças de teatro e novelas. É um exercício constante de aprimoramento e busca pela informação.
Primeiro capítulo: Daniel Piza mostra a história de como surgiu o jornalismo cultural e fala, em ordem cronológica, da Inglaterra, EUA e Brasil e seus principais nomes e personalidades (escritores e jornalistas) e grandes jornais que fizeram parte dessa corrente de Jornalismo Cultural. Neste capítulo ele diferencia o Jornalismo Cultural e Jornalismo Literário* dizendo que este não faz jornalismo sobre literatura, mas tem recursos de literatura (descrições detalhadas, muitos diálogos e etc.).

Segundo Capítulo: O negativo do JC se encontra neste capítulo. Aqui o autor fala sobre Indústria Cultural, cultura, elitismo (qualidade) e populismo. Deixa claro que o "filtro jornalístico tem falhado em método e eficácia". E ainda faz um apelo na página 48: "Há indivíduos que só leem romance policial, os que só ouvem jazz, os que só querem saber de cinema 'de arte', os que só gostam de livros de autoajuda. Não resta dúvida de que esses critérios é nocivo, pois limita e vicia a sensibilidade". Aponta que o jornal impresso (no Brasil) se limita em cinema americano, TV brasileira e música pop. 
Três partes deste capítulo que merece ser lido:
  • "Um cidadão mais consciente de suas escolhas, simultaneamente mais crítico e mais tolerante, é um cidadão melhor - que erra do mesmo jeito, mas tem mais chance de corrigir o erro ou ao menos de saber por que errou".
  • "Ser culto é pertencer a todos os tempos e lugares, sem deixar de pertencer a seu tempo e lugar. O JC deve se nutrir disso".
  • "O padrão das colunas caiu em parte porque foram entregues a 'personalidades' que se destacaram mais por seu nome que por seu texto".

Terceiro capítulo: Entre muitas coisas interessantes nesse capítulo vou citar apenas o que compreendi ser mais importante.
Quando o autor no tópico "Adendo: colunas de opinião" fala sobre o colunista inglês, historiador conservador Paul Johnson que escreveu que um bom colunista deve ter cinco atributos: 
1. sabedoria (viagens, vivência social, conhecimentos gerais)
2. leitura (sem ser livresco ou professoral, mas sempre atento às ideais)
3. senso de notícias (recomendando três de quatro colunas dedicadas a um assunto em voga)
4. variedade (não ficar num só tema, especialmente se for político ou econômico)
5. personalidade (a primeira pessoa é imprescindível - "Uma coluna impessoal é uma contradição e termos, como um diário discreto" -, mas o tema constante não deve ser o autor, ou suas relações pessoais).

No tópico seguinte, "reportar é saber", Piza diz que no JC existe espaço para a reportagem noticiosa assim como acontece em "hard news". "O jornalista pode revelar uma ação entre amigos numa premiação ou o calor de um novo contrato de algum famoso. Pode denunciar uma falcatrua na política cultural, ou adiantar o nome do novo secretário ou ministro do setor, ou demonstrar como os recursos públicos não estão chegando aos produtores culturais. Ou pode mapear os problemas dos museus da cidade, as dificuldades técnicas e financeiras de produzir um disco de qualidade no Brasil etc. Ou ainda antecipar inéditos de um grande escritor ou revelar que ele, digamos, colaborou com algum regime autoritário".

Quando digo que Daniel Piza é generoso, não falo nenhuma mentira. Dicas sempre são bem-vindas, e ele faz isso muito bem no tópico "Dez dicas". Lá vão elas:
1. Não "compre" nenhuma versão. Duvide sempre do que ouve e faça contraste com outros -pomos- pontos de vista. Não tenha medo de perguntar o que quer que seja a quem quer que seja.
2. Faça abertura de texto atraente, sem demorar demais a introduzir o leitor no ponto central da matéria.
3. Mantenha ritmo no texto, amarrando uma informação na outra, para não perder a leitura. Agilidade é indispensável, sem prejuízo do teor informativo. Textos ralos ou que simplesmente empilham os dados são os mais tediosos. Examine a possibilidade de cortar cada palavra.
4. Hierarquize as informações. Escolha as falas e os fatos mais importantes: nem tudo que se apura tem interesse para o leitor. Cuidado com os advérbios. É melhor dizer "nos últimos 15 meses" do que "ultimamente". Quanto pior a precisão, melhor. E o tamanho do parágrafo é determinado pela necessidade de completar uma informação ou argumento, não por um número de linhas imposto de fora.
5. Evite clichê: chavões ("separar o joio do trigo", "procurar uma agulha no palheiro"), adjetivos gastos ("cena intrigante", "final comovente"), termos pomposos ("deficiente visual" é "cego)". use trocadilhos com parcimônia. Seja coloquial e fluente, sem ser banal e previsível.
6. Preocupe-se em dar título, em propor a foto, em fazer legendas, chapéus e olhos, em interagir com a diagramação. Esses recursos dão cara e cor ao texto e é fundamental que tenham coerência entre si. Nada mais chato para o leitor do que uma produção visual que promete uma matéria que não é aquela e vice-versa.
7. Não abuse dos verbos "discendi", como "diz", "afirma" etc. Muitas vezes o autor fala já está subentendido e a interrupção das aspas só atrapalha. Também não é preciso ficar alterando o verbo, apenas para não repeti-lo: dê preferência ao "diz". E verbos como "ironiza", "alfineta" etc só são úteis quando a fala do entrevistado não deixou claro se ele está ironizando ou alfinetando.
8. Traduza sempre que possível o jargão do setor. Um título como "Solos revitalizam investigação coreográfica" (de uma crítica de dança da iFolha de S.Pauloi em 2003) ou "Fulano plastifica o vazio" (de uma crítica de artes visuais de iO Estado de S.Pauloi em 2001) afastam tanto o não especialista como o especialista no assunto. Mostrar familiaridade com o assunto é saberexpô-lo de forma clara. Citações devem ser usadas quando é realmente notáveis, não como argumento de "autoridade". E modere o "nomedropping", as longas sequências de nomes ou títulos.
9. Seja criativo no texto e na edição. Manuais de redação são apenas para orientação e padronização. Nenhuma "objetividade jornalística" implica não usar metáforas, riqueza verbal, humor. Ou esquecer a importãncia da pontuação; o ponto e vírgula, por exemplo, parece ter desaparecido dos jornais e revistas. E nada mais desencorajador do que um título como "Novo livro de Lygia Fagundes Telles chega hoje às livrarias".
10. Dê um fecho ao texto.

Quarto capítulo: Este último capítulo é para ter orgulho do Jornalismo Cultural. Daniel Piza fala sobre seu trabalho quando o jornal chegou no auge em JC. Conta sobre uma reportagem que teve uma ótima repercussão sobre o Parque Nacional de Serra da Capivara (PI).
"Acreditamos no prazer do texto e fomos reconhecidos por isso" sobre o caderno Fim de Semana.
O autor diz que para ser um bom jornalista cultural é preciso ser "inteligente sem ser chato, agradável sem ser frívolo, provocante sem ser antipático" e tratando o leitor com respeito, não bajular e não chocar.
Fala sobre a importância do Jornalismo Cultural e também de suas divergências. 

Daniel Piza morreu em 2011 de AVC aos 41 anos de idade. Escreveu 17 livros e era colunista do  jornal O Estado de S.Paulo. Deixou mulher e três filhos.

Apesar de ser um ótimo livro, até porque o Daniel Piza tem uma escrita que agrada a qualquer leitor (talvez por ter sido jornalista), o livro é cheio de erros de edição. Parece até que não deu tempo de ser revisado. O que eu acho um desrespeito ao autor e ao leitor. Mas felizmente não impede a leitura. Os erros não são tão gritantes a ponto do leitor desistir da leitura. Acho que graças ao Daniel isso foi possível. E que D. o tenha!

Não fique satisfeito só com o que escrevi do livro aqui. Compre o livro e leia que será muito mais proveitoso.

*Leia também: Jornalismo Literário - Felipe Pena

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Dica de Filme/Livro: Eu, Christiane F., treze anos, drogada, prostituída...

Sinopse do livro
A obra em questão originou-se do próprio interesse de Christiane F, em romper o silêncio e relatar seu depoimento aos jornalistas Kai Hermann e Horst Rieck sobre a questão dos tóxicos entre os adolescentes. O livro tem início com o texto do processo (Berlim, 1978) em que Christiane, colegial, menor de idade, é acusada de consumir, de maneira contínua, substâncias e misturas químicas proibidas por lei. Foi acusada também de ter-se entregado à prostituição, com o propósito de juntar dinheiro suficiente para comprar drogas. Após tudo isso, sua família se desestruturou; o pai ficou desempregado, a mãe pediu o divórcio, e o inferno instalou-se no seio da família. Christiane era surrada sempre e o lar, por ter-se transformado num ambiente hostil, fez com que ela procurasse as ruas. O livro intercala o depoimento de Christiane com o de sua mãe, de policiais que tiveram contato com a menina, e de psicólogos. De Christiane F. sabe-se que ela esteve longe das drogas por cinco anos, depois de o livro ser publicado, e que vivia com um músico alemão famoso. Atualmente, tem uma filha de três anos.
Filme


Resenha de Mariana Melo


Após o livro
A maioria dos amigos de Christiane morreu vítima da heroína, entre eles sua amiga Babsi com 14 anos a mais jovem vítima da heroína, além de Andreas W. (Atze) — que deixou uma carta de conselhos aos jovens alertando sobre o perigo da heroína —, e Axel, ambos com 17.
Christiane sobreviveu, mas nunca conseguiu se livrar do vício. Aos 45 anos, tomava vários medicamentos, passava regularmente por sessões de terapia que não eram bem sucedidas.
Tem hepatite C e problemas circulatórios. Os médicos, além de afirmarem que, devido a eles, ela pode ter uma crise súbita, dizem também que seu estado é irreversível. Em dezembro de 2005, o serviço público de saúde alemão registrou duas internações da paciente.
Christiane passou um período morando num apartamento simples em Berlim com dois tios e com o filho, Jan-Niklas.
Detlef também sobreviveu e trabalha como motorista de ônibus em Berlim. Mora com sua esposa e dois filhos e garante que se livrou das drogas em 1980.

Atualmente
Aos 46 anos de idade voltou a tomar drogas pesadas.
O filho vive atualmente numa instituição para menores nas redondezas de Berlim, e os avós deverão ajudar a decidir onde será a sua futura morada.
O novo drama de Christiane começou no início de 2008, quando ela e o namorado decidiram emigrar para os Países Baixos levando a criança. Ao ter conhecimento do plano, a justiça alemã tomou a criança da mãe, com a ajuda da polícia. Pouco tempo depois, ela sequestrou o próprio filho e fugiu para Amesterdã. Na capital holandesa, Christiane voltou a consumir heroína.
Após uma briga com o namorado, Christiane regressou no final de junho de 2008 à Alemanha, quando seu filho foi retirado de sua guarda pelas autoridades alemãs.
Hoje ela tem 50 anos.

Filme completo

https://www.youtube.com/watch?v=LFuWw2Q1T1s

Entrevista
Fontes: Skoob, Youtube, Wikipédia

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Joan Osborne - One of us

Oh, one of these nights at about twelve o'clock
This whole earth is gonna reel and rock
Saints will tremble and cry for pain
For the Lord's gonna come in his heaven airplane.



If God had a name what would it be?
And would you call it to his face?
If you were faced with Him in all His glory
What would you ask if you had just one question?

Yeah, yeah, God is great
Yeah, yeah, God is good
Yeah, yeah, yeah-yeah-yeah

What if God was one of us?
Just a slob like one of us
Just a stranger on the bus
Tryin' to make His way home?

If God had a face what would it look like?
And would you want to see, if seeing meant
That you would have to believe in things like heaven
And in Jesus and the saints, and all the prophets?

Yeah, yeah, God is great
Yeah, yeah, God is good
Yeah, yeah, yeah-yeah-yeah

What if God was one of us?
Just a slob like one of us
Just a stranger on the bus
Tryin' to make his way home?

Tryin' to make his way home?

Back up to heaven all alone
Nobody calling on the phone
'Cept for the Pope maybe in Rome

Yeah, yeah, God is great
Yeah, yeah, God is good
Yeah, yeah, yeah-yeah-yeah

What if God was one of us?
Just a slob like one of us
Just a stranger on the bus
Tryin' to make his way home?
Like a holly rolling stone

Back up to heaven all alone
No, just tryin' to make his way home
Nobody calling on the phone
Cept for the Pope maybe in Rome

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

5 livros para ler no Natal

1. Réquiem para o Natal - Histórias sobrenaturais, de suspense e de terror com temática natalina
Natal. Época de paz, amor e fraternidade. Mas não para você. Esqueça-se de tudo o que seus pais lhe contaram quando criança e prepare-se para conhecer o lado sombrio do Natal em 44 histórias sobrenaturais, de suspense e de terror. Nada de amor e fraternidade. A única paz que encontrará aqui é a paz eterna. Atreva-se a abrir este presente.

2. Esquecer o Natal - John Grisham
Nada de árvores, estresse de shopping lotado, despesas sem controle, cartões com mensagens de paz e felicidade. O Natal dos Krunk será diferente: no lugar da festa, do panetone, do peru ou das luzinhas piscando no quintal, o plano é fazer um cruzeiro ao Caribe e desprezar qualquer emoção natalina que ponha tudo a perder. John Grisham provoca boas gargalhadas no leitor com esta hilariante fábula de Natal para os tempos modernos.

3. Um Conto de Natal - Charles Dickens
"Um Conto de Natal", do britânico Charles Dickens (1812-1870), está, certamente, entre as histórias mais difundidas da literatura ocidental. O enredo nos traz a figura de Scrooge, um rabugento homem de negócios de Londres, sovina e solitário, que não demonstra um pingo de bons sentimentos e compaixão para com os outros. Não deixa que ninguém rompa sua carapaça e preocupa-se apenas com seus lucros. No frio natalino, ele é visitado pelo fantasma de Marley, seu sócio, morto há algum tempo. Esta visita muda a sua vida.
A história foi escrita entre outubro e novembro de 1843, para ser publicada em capítulos de jornal, com ilustrações de John Leech, em dezembro do mesmo ano. O enredo é familiar a todos: foi filmado várias vezes, televisionado, adaptado para o teatro, para crianças, transformado em desenho animado e até em histórias em quadrinhos. Até mesmo a figura de Scrooge teve descendentes, já que o nome original do Tio Patinhas, personagem de Walt Disney, é Uncle Scrooge.

4. Mistério de Natal - Jostein Gaarder
Durante os 24 dias anteriores à noite de Natal, o menino Joaquim acompanha um grupo de peregrinos que voltam no tempo para chegar a Belém, onde vão homenagear um recém-nascido. Uma fábula sobre a tolerância, na qual o autor de O mundo de Sofia traça um roteiro histórico do cristianismo.

5. O Clube do Biscoito - Ann Pearlman
Todos os anos, na primeira segunda-feira de dezembro, Marnie e suas doze amigas mais íntimas se reúnem para uma festa, trazendo um montão de biscoitos caseiros lindamente embrulhados. Além dos biscoitos, todas devem comparecer com quitutes, vinho e, lógico, muitas e deliciosas histórias. Este ano, por diversos motivos, o encontro será especialmente importante. A filha mais velha de Marnie está passando por uma gravidez de risco. Quem sabe, ao fim da reunião, vamos descobrir como terminará essa história. O pai de Jeannie está traindo a esposa com a melhor amiga da filha. Quem mais sabe sobre o caso? Mesmo entre amigas tão íntimas quanto elas, será possível simplesmente passar uma borracha e perdoá-los? O marido de Rosie não quer filhos; ela precisará decidir, muito em breve, se isso é motivo para terminar tudo. E não para por aí: após ser deixada pelo marido, a vida financeira de Taylor está em derrocada. Cada mulher, cada amiga tem uma história para contar, e elas estão todas entrelaçadas, assim como suas vidas.

Fonte: Skoob

domingo, 9 de dezembro de 2012

Dica de tumblr: common people reading

Ana Catharina
[Juiz de Fora/MG - Brasil]

Common People Reading é um tumblr do criador Wolney Fernandes: são fotos de pessoas comuns de todo mundo, lendo seu livro favorito (ou não), sendo criativos (ou não). 

Tati Almeida fotografada por Odailso Berté
[Goiânia/GO - Brasil]

O criador se inspirou no Awesome People Readind, tumblr com a ideia de publicar fotos de pessoas famosas, fotos antigas e etc.

Sobrinho de Benjamin Urdaneta

Para enviar sua foto lendo, envie a foto, seu nome e de onde você é e mande para: wolney7@gmail.com
Tem muita foto legal, é só passar lá pra ver ;)

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

A Revolução dos Bichos


Tirei do blog Estamos todos Cegos?

Animal Farm (A Revolução dos Bichos) é um romance satírico do escritor inglês George Orwell, publicado no Reino Unido em 17 de agosto de 1945 e apontado pela revista americana Time entre os cem melhores da língua inglesa. A sátira feita pelo livro à União Soviética comunista obteve o 31º lugar na lista dos melhores romances do século XX organizada pela Modern Library List.

O livro narra uma história de corrupção e traição e recorre a figuras de animais para retratar as fraquezas humanas e demolir o "paraíso comunista" proposto pela Rússia na época de Stalin. A revolta dos animais da Manor Farm contra os humanos é liderada pelos porcos Snowball (Bola-de-Neve) e Napoleon (Napoleão). Os animais tentam criar uma sociedade utópica, porém Napoleon é seduzido pelo poder, afasta Snowball e estabelece uma ditadura tão corrupta quanto a sociedade de humanos.

Para o autor, um social-democrata e membro do Partido Trabalhista Independente por muitos anos, a obra é uma sátira à política stalinista que, segundo sua ótica, teria traído os princípios da revolução russa de 1917.


Resenha:


Nesta excelente fábula de crítica ao totalitarismo escrita pelo escritor britânico, os animais tomam o poder em uma fazenda e estabelecem seus propósitos. "A Revolução dos Bichos", fábula de crítica ao totalitarismo, denuncia os caminhos distorcidos do poder ilimitado.

Na Estante da Nine sobre o livro clique aqui.

Filme Completo:


Para ler na versão e-book clique aqui!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Playlist

1. Bob Marley - Stir it up

2. Courtney Love - Uncool


3. Michael Cera and Ellen Page - Anyone Else But You

4. James Blunt - Carry You Home


5. Alice in Chains & Pearl Jam - Alone

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

O Mistério de Sittaford - Agatha Christie

O Mistério Sittaford é um romance policial escrito por Agatha Christie e publicado em 1931.

Sinopse
Na remota localidade de Sittaford, prestes a ser assolada por uma poderosa tempestade de neve, um grupo de vizinhos reunidos na imponente mansão que dá nome ao lugar resolve se entregar a um passatempo excitante e aparentemente inofensivo: uma sessão espírita improvisada. O que deveria ser uma distração sem maiores consequências assume tons sombrios quando a mesa dos espíritos soletra o nome de um conhecido de todos os presentes, seguido da palavra “assassinado”. Trote de mau gosto ou um aviso sobrenatural? Em mais um de seus engenhosos romances, Agatha Christie surpreende os leitores com a narrativa misteriosa de um crime que teoricamente não poderia ser cometido.



Enredo
Sittaford House é uma mansão localizada em um pequeno vilarejo da campanha inglesa. O dono da casa, Joseph Trevelyan, não resistiu à oferta de alugá-la durante o inverno para as senhoras Willett e Violet Willett, mãe e filha, e se mudou provisoriamente para a cidadezinha mais próxima. Ao redor da mansão existem seis casas menores, construídas e vendidas ou alugadas pelo Sr. Trevelyan.

As novas moradoras da mansão querem estabelecer boas relações com os vizinhos e convidam-nos frequentemente para tomar chá e jogar nas frias tardes do inverno inglês. Numa tarde, decidem jogar o jogo do copo, onde o objetivo é comunicar-se com os espíritos. Durante o jogo recebem a mensagem de que o Sr. Trevelyan foi assassinado naquele momento.

O seu melhor amigo, que mora numa das casas e participava do jogo, sai no meio de uma nevasca para saber se realmente acontecera algo com Trevelyan, chegando na cidadezinha, descobre que era verdade: seu amigo foi assassinado misteriosamente.

É, assim, acusado o sobrinho do Sr. Trevelyan, mas a sua namorada, Emily Trefusis, em associação com um jornalista, Charles Enderby, não se dá paz. Vai para o vilarejo de Sittaford investigar a situação para provar a inocência do seu amado.

[...]

domingo, 2 de dezembro de 2012

Mensagem do dia

É fácil esquecer o tempo em que você sabia das coisas, imaginando que foram sonhos ou milagres antigos.
Nada bom é um milagre, nada adorável é um sonho.



Richard Bach - Manual do Messias, Lembrete para a alma avançada. (O livro perdido de Ilusões)

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

A Vida de Pi

Um dos livros que quero ler em 2013 é a "A Vida de Pi" de Yann Martel! Li e vi muita crítica positiva sobre o livro e fiquei com vontade de ler e lerei. Tá na minha lista de prioridades e fica a dia para um presente de Natal!
"A Vida de Pi", romance vencedor do Booker Prize em 2002, já é considerado um clássico, e conta a aventura intrigante do jovem Pi, um garoto indiano vítima de um naufrágio. A obra não apenas prende o leitor, mas também o faz refletir sobre o valor da vida, a importância da fé e o papel da imaginação no modo como se percebe a realidade.



Veja Trailer:

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Reflexos




Vivo eu a suspirar por entre versos;
Poesias escolhidas d'alma
Versos que retratam em meu peito
A vida que não tenho mais!
Versos ao vento; que não sou
Vento que me leva; dor
Vento que me traz: amor
Vida e poesia que não tenho mais
Mas que vivo entre versos,
Com lágrimas, suspiros e ais...!


1999
Agatha Christie

sábado, 24 de novembro de 2012

Julia Margaret Cameron

Retrato da fotógrafa Julia Margaret Cameron, 1862

A rainha Vitória teve reinado de 1837 a 1901. Período que ficou conhecido como a “Era Vitoriana”, tempos de prosperidade econômica, política e cultural. Na fotografia, surgiu: Julia Margaret Cameron (1815-1879).
Nasceu em Calcutá, de pai inglês e mãe francesa. Foi educada na França, voltou à Índia, conheceu seu marido e lá residiu até se mudar para a Inglaterra em 1848. Começou a fotografar em 1864, aos 48 anos de idade, ao ser presenteada por sua filha com uma câmera para amenizar a solidão. Entre as irmãs, ela era considerada o “patinho feio” — mais tarde, Virgina Woolf a definiria como a talentosa dentre as três irmãs, no prefácio de sua primeira coleção de fotografias, publicada pela Hogarth Press em 1926.
Cameron fotografava por prazer e deixou uma marca siginificativa para a história da fotografia. Sua obra é tão especial, que fotógrafos de todas as idades e do mundo inteiro ainda buscam inspirações em seu prazer mais belo. Sua estética mescla subjetividade, teatralidade e uma luz bem peculiar. Uma das características mais marcantes das fotografias de Cameron são os “olhares” que os fotografados carregam.

A morte do Rei Arthur, 1975
Transformou em estúdio o celeiro de Dimbola Lodge, seu lar na Ilha de Wight, e passou a retratar desde crianças, familiares e amigos até celebridades vitorianas, dentre as quais Charles Darwin, o poeta laureado e vizinho Alfred Lord Tennyson, os pintores John Everett Millais e George Frederick Watts, e o astrônomo John Herschel. Herschel, figura fundamental no desenvolvimento da invenção da fotografia, nutriu uma amizade de mais de 30 anos com Cameron, que a ele atribui parte de seu aprendizado: “meu grande professor nesta arte, que comigo correspondeu enquanto estava na Índia e me enviava todos os espécimes do avanço da ciência”. O manuscrito foi registrado pela fotógrafa em um dos 4 retratos que fez de Herschel.
Cameron fez parte da comunidade artística local, Freshwater Circle, e recebia seus amigos frequentemente, por vezes aproveitando-se de suas presenças para retratá-los. O Freshwater Circle é assunto cômico em “Freshwater“, única peça escrita por Virginia Woolf, sobrinha-neta de Cameron.
Mary Hillier, funcionária doméstica de Dimbola Lodge, foi, segundo a fotógrafa, “uma das  mais bonitas e constantes de minhas modelos. Em todo tipo de forma seu rosto foi reproduzido e, ainda assim, nunca senti findada a graça de sua moda. (…) os atributos de sua personalidade e complexidade de sua mente são as maravilhas daqueles cujas vidas se fundiam às nossas como amigos íntimos da casa”.

"I Wait", 1872

Sua obra é bastante singular em estilo e assunto, e é essencialmente composta de retratos de rosto e alegorias de cenas religiosas ou literárias. Cameron utilizava acessórios, indumentária de época e tecidos em seus cenários, criando uma aura onírica e remetendo a tempos passados e ficções fantásticas. Seus modelos eram normalmente obrigados a posar por horas, não só por conta do processo de colódio úmido utilizado, mas também pelas exigências da fotógrafa. Estava interessada em dar a conhecer sua beleza natural, pedindo aos modelos femininos que deixassem os cabelos soltos para mostrá-los de uma maneira que não estiveram acostumados a se apresentar. Embora a suas fotografias faltasse a agudeza que outros fotógrafos aspiravam naquele tempo, a estes sucedeu divulgar a aura emocional e espiritual dos modelos de Cameron.

The Gardeners Daughter 1867
Seu trabalho foi a maneira que encontrou de protestar contra a Reforma Religiosa. Ao observar suas imagens, principalmente as femininas, encontram-se traços de figuras divinas: suas modelos são quase sempre retratadas com o rosto virado, com a cabeça coberta de panos; algumas, até com asas. O foco suave e a experimentação na composição, os tons escuros e a iluminação simples são algumas das características de seu trabalho. Muitos críticos comparam suas fotografias a pinturas a óleo, o que foi precisamente a intenção de Cameron nas imagens que produziu para ilustrar os doze volumes de “Os Idílios do Rei”, a convite de Tennyson, autor da obra. J.M. Cameron realizava as mesmas características das pinturas que as inspiravam. O individualismo, a expressão dramática e o subjetivismo são as marcas principais de seu portfólio. 
Sua estética veio de um erro, como ela mesma afirmou em um de seus escritos. Sua primeira câmera só permitia um ponto de foco, desfocando os demais; como o retratado tinha de ficar posando por volta de sete minutos, qualquer movimento ajudava a criar mais desfoque. Logo Cameron percebeu o valor artístico deste erro, mantendo-o, mesmo adquirindo seus próximos equipamentos.

Charles Darwin, 1969
Suas fotografias passaram muito tempo esquecidas, até que foram recuperadas por Alfred Stieglitz.
Sua obra caiu na graça do público após ter sido resgatada pelo historiador Helmut Gernsheim, no livro “Julia Margaret Cameron: Her Life and Photographic Work”, lançado em 1948, durante uma onda de nostalgia popular.
Julia Prinsep Stephen, sobrinha de Cameron, escreveu sua biografia, publicada na primeira edição do Dictionary of National Biography, em 1886. Stephen era, além do assunto favorito da fotógrafa, sua sobrinha e mãe de Virginia Woolf.
Atualmente, o museu e galeria de fotografia Dimbola Lodge é a sede da Fundação Julia Margaret Cameron.


The Day Spring, My Grandchild aged two years and three months, 1865

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Mensagem de hoje


Você nos escolhe como professores?
Nós o escolhemos também!
Importa-se com o que está aprendendo?
Nós também!
Acha que estamos na sua vida
porque nos ama?
Você não consegue entender?


Nós amamos você também!



Manual do Messias - Richard Bach



quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Os Homens que Não Amavam as Mulheres - Filme versão norte-americana



Da trilogia Millenium, Os Homens que não amavam as Mulheres (versão norte-americana) tem refilmagem de David Fincher. Esse diretor é conhecido por seu trabalho em thrillers como Se7en, Fight Club, The Curious Case of Benjamin Button e The Social Network. Também dirigiu alguns clipes de músicos como Patti Smith, Sting, Madonna, Aerosmith, Billy Idol, Michael Jackson e a lista se estende... Ganhou prêmios e indicações com os filmes A Rede Social e O Curioso Caso de Benjamin Button.

O filme é baseado no livro do sueco Stieg Larsson, com título original The Girl with the Dragon Tattoo. Este é o primeiro livro da trilogia Millenium. A versão americana da trilogia não está completa, estando prevista para continuar a sequência para depois de 2013.


Millenium é o nome da revista em que Mikael Blomkvist (Daniel Craig) faz parte junto com a sua amante Erika. O personagem Mikael, para quem conhece um pouco sobre Stieg Larsson, seria o próprio autor. Lisbeth Salander (Rooney Mara), seria uma homenagem a uma garota vítima de um estupro coletivo que o autor teria presenciado aos 15 anos e não se perdoou por não tê-la ajudado. A personagem é uma hacker, uma mistura da Lisbeth (vítima de estupro) e sua sobrinha Therese, sua fonte de inspiração.

A história se desenvolve quando o jornalista Mikael está sendo acusado de difamação após uma denúncia contra um poderoso financista. Sem provas, Mikael é condenado. Mas, a prisão para ele, foi como um tempo de descando e lazer. [Essa parte da prisão não é mostrada no filme]. Mikael decide ficar fora da revista, e é contratado por Henrik Vanger, um milionário do grupo Vanger. Mikael é contratato para "escrever" biografia sobre a família Vanger. Na verdade, Henrik lhe pede para desvendar o mistério de sua sobrinha Harriet que teria desaparecido sem deixar vestígios no dia de um trágico acidente na única ponte onde entrava e saía carros. Um desaparecimento que não havia se solucionado há quase quarenta anos. Em troca, Henrick se dispõe a salvar a Millenium (que se encontra em risco de falência) e entregar as provas do poderoso financista.

Harriet sempre dava o mesmo presente para o seu tio Henrik: uma flor prensada em um vidro fixada sobre papel de desenho e emoldurada sempre no mesmo formato. Depois de seu desaparecimento, Henrik continuava recebendo o mesmo presente, e achava que era algum tipo de deboche do assassino de Harriet. Ele acreditava que Harriet teria sido assassinada. 

O sumiço da sobrinha deixava Henrik fascinado por uma explicação. Ele nunca desistiu de querer saber quem fez aquilo com a sua sobrinha. Depois de tantos anos, a família considerava esse caso como um hobbie para o poderoso Henrik. Acontece que, depois de ter contratado Mikael, as investigações foi tomando outro rumo e descobrindo coisas que não haviam sido descoberto antes.

Henrik, antes de contratar Mikael, teria investigado sobre sua vida. A investigação foi feita por Lisbeth Salander. Mikael, precisando de uma assistente, vai até o seu apartamento e a contrata para trabalhar juntos.

Lisbeth Salander trabalhava independentemente para uma empresa de segurança, a mais competente da empresa. Nunca havia falhado em uma única missão. Ela tinha um dom de conseguir informações impossíveis de serem obtidas e um outro de ter uma ótima memória fotográfica. Ela era objeto de cuidados sociais e psiquiátricos por algumas atitudes violentas e comportamento diferente. Tinha um perfil problemático e dificuldade de se relacionar com as pessoas. Ela era considerada potencialmente perigosa para os seus colegas.

Ela estava ao cuidado de Bjurman, antes era de Holger Palmgren, onde se relacionara bem. Lisbeth "dependia" financeiramente de Bjurman, que ao lhe pedir dinheiro, tomava proveito de abusá-la sexualmente. Na segunda vez, foi pior, mas Lisbeth tinha sido esperta e filmado tudo. Na terceira vez, Lisbeth fez questão de ir ao apartamento dele, quando mostrou a fita e o chantageou. Aquele dia, com certeza foi o pior dia de Bjurman. Lisbeth teria tatuado nele com escritas enormes "SOU UM PORCO SÁDICO, UM CANALHA ESTUPRADOR."


Enfim, Mikael e Lisbeth começaram a trabalhar juntos para solucionar o mistério do desaparecimento da sobrinha de Henrik. Ambos ficaram fascinados com a investigação. A história se desenvolve e vai tomando rumos que nos faz vidrar no filme. Novos mistérios sendo desvendados, investigações, fotografias antigas, religião, morte, magia. Os dois, começaram a ter uma boa relação de confiança e amizade e até mesmo de amor. Cenas lindas entre os dois fazendo amor.

Comparando o filme sueco com o filme hollywoodiano, o filme holywoodiano ganha em termos de ambiente, enredo e escolha dos atores. Não tem como negar, mas o cinema americano é muito bom. Não é que o sueco seja ruim, mas o americano é melhor.

Está ai, mas uma dica de filme para você, que gosta de filme policial!

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

25 frases


"Na plenitude da felicidade, cada dia é uma vida inteira."
Johann Goethe

"Plenitude é quando a vida cabe no instante presente, sem aperto, e a gente desfruta o conforto de não sentir falta de nada."
Ana Jácomo

"O Amor não tem outro desejo senão o de atingir a sua plenitude."
Gibran Khalil Gibran

"Tudo muda e se transforma no cósmico, e o homem planetário edifica sabedoria na plenitude de seus desejos."
Erasmo Shallkytton

"Sabendo que a paciência é uma virtude, entendendo a vida e sua plenitude, sigo em minha sensatez: um passo de cada vez."
Anderson Alexandre

"É nas experiências, nas lembranças, na grande e triunfante alegria de viver na mais ampla plenitude que o verdadeiro sentido é encontrado"
Chris McCandless

"O amor está na plenitude das coisas mais simples da vida"
Cleiton Sobral

"Mergulhar, contemplar o infinito em sua plenitude é o mesmo que admirar a mais pura e inconfundível beleza que habita no teu ser."
Genivaldo Oliveira Luciano

"Não se pode chegar a plenitude da sensibilidade com o coração fechado"
Clavio Jacinto 

"Não existe plenitude autentica sem amor genuíno"
Clavio Jacinto 

"Jamais poderei descrever com meras palavras a plenitude do meu eu."
Diego Toscano

"A felicidade é o simbolo durável de plenitude e satisfação em que o sofrimento e a inquietude estão ausentes, dando espaço para as emoções e sentimentos positivos..."
Kauan Pinheiro
"A plenitude da vida esta na beleza de seus pensamentos"
Pâmela Patrícia Correa da Silva

"No escuro da noite ilumino o meu caminho na sombra das estrelas.
A plenitude completa-se com a sabedoria da lua...
O mistério da vida, do ser e do amor revelam-se."
Virginia Marrachinho

"Busquemos a verdadeira paz e a plenitude do amor, que muitos buscam sem buscar."
Francisco Lindovan

"Dentre todas as possibilidades, escolhi a PLENITUDE."
Lena Casas Novas

"Os melhores momentos, são aqueles em que, sentimos a vida em grande plenitude. Um breve espaço em que esquecemos o passado e não programamos o futuro"
Luiza Reis

"Somos fracos demais para sermos felizes em plenitude."
Rogério Stankevicz

"O sentido da vida é sentir a vida na sua mais doce plenitude."
Gil Nunes

"Não haverá plenitude,enquanto alma e espírito permanecerem juntos"
Adelia Argolo

"Viva o presente com sabedoria e plenitude para que o ontem seja um sonho de felicidade e cada manhã uma visão de esperança!"
Desconhecido

"A alma eleva-se à altura daquilo que ela admira."
Guyrot

"Uma vida é uma obra de arte. Não há poema mais belo que viver em plenitude."
George Clemenceau

"Me encante com uma certa calma. Sem pressa, tente entender a minha alma."
Pablo Neruda

"Sinto-me completo. E partilhando de todas as contradições que a plenitude me permite."
Rafael Silveira

domingo, 4 de novembro de 2012

Sobre uma crítica do filme "Intocáveis"

"O fenômeno mundial "Intocáveis" traz a história de um aristocrata que contrata um jovem para ser o seu cuidador após um acidente de parapente, o que o deixou tetraplégico. O que era para ser um período experimental, acaba virando uma grande aventura. Amizade, companheirismo e confiança são os elementos que transformam esse filme tocante e inesquecível."
Eu lamento algumas críticas. A crítica de Nei Duclóis sobre o filme "Intocáveis" na Revista Bula é totalmente radical e preconceituosa. Não sei quem fez dele um "crítico de cinema", mas nas poucas linhas percebe-se o pouco conhecimento sobre. 
O filme tem um enredo lindo e sua estética é perfeita. Se o filme é clichê, o que importa? Será que tudo que é clichê deve ser vomitado?
O filme, para quem não percebeu, fala justamente de preconceito contra pobres. Pode ser clichê, mas é uma verdade. Não é um esteriótipo um ator fazer papel de pobre falando gírias, escutando músicas de periferia. É mostrar uma realidade. 

O que eu achei bonito no filme, foi justamente o que Nei Duclóis critica em "Intocáveis: Pretty Woman na era Facebook". O contato entre o rico e o pobre, e suas diferenças de cultura, mostra que somos todos iguais, e que podemos aprender muito com ambas as partes. Quebrar preconceitos, mostrar o outro lado. Às vezes os valores que são ensinados para os filhos de pobres e ricos são os mesmos. A educação não tem classe social. Confundir cultura com esteriótipos de cinema é um tanto arrogante.
Nei Duclóis

Não gostei da crítica dele, não foi porque ele falou mal de um filme que eu gostei. Cada um deve ter a sua opinião sobre qualquer coisa. Apenas acho que ele não analisou o filme como um todo. Parece que ele tomou para si, é algo pessoal.
O filme não mexe com uma luta de classe, ou superior versus inferior. Não! O filme mexe com pessoas que tem uma cultura diferente. No fim, eles se completam. Não por ser pobre e rico, mas por serem diferentes, terem valores e condições diferentes. 
O filme fala de amizade, de amor, de bom humor, de música, de educação. O filme é tão gostoso de ver e de um humor sincero.

Isso de cinema francês, cinema americano é outro esteriótipo estúpido. É claro que suas origens são diferentes, mas isso não quer dizer que todo filme francês tem que ter uma fórmula. Eu tenho certeza, que pela simplicidade do filme, ele não foi feito para gerar lucro como apenas mais um "filme de fábrica", ele de fato mereceu o lucro porque ele foi bom no que fez.
Vou ser sincera: eu não gosto de "críticos" de cinema. A maioria só fala mal para aumentar o seu ego.
Para quem não viu, recomendo!

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Dia Nacional do Livro




Ontem foi o Dia Nacional do Livro, coincidiu com a data de aniversário de uma amiga. 29 de outubro! O dia foi escolhido por ser a data oficial da fundação da Biblioteca Nacional. Inicialmente chamada Real Biblioteca no Brasil, ela começou com um acervo de 60 mil peças, entre livros, manuscritos, mapas, moedas, medalhas, etc. trazidos de Portugal com a vinda da família real portuguesa para o Rio de Janeiro em 1808, quando D. João VI fundou a Imprensa Régia, o movimento editorial começou no Brasil. A Biblioteca Nacional é a maior biblioteca da América Latina, sendo considerada pela Unesco uma das dez maiores bibliotecas nacionais do mundo.


O primeiro livro publicado aqui foi "Marília de Dirceu", de Tomás Antônio Gonzaga, mas nessa época, a imprensa sofria a censura do Imperador. Só na década de 1930 houve um crescimento editorial, após a fundação da Companhia Editora Nacional pelo escritor Monteiro Lobato, em outubro de 1925.

Na Idade Média os livros eram feitos a mão e produzidos por monges que usavam tinta e bico de pena para escrever os textos. Um livro pequeno levava meses para ficar pronto. 


Ao ler um livro, nos evoluímos, desenvolvemos a nossa capacidade crítica e criativa e também construímos novos vocabulários em nossas vidas.



Não importa se é história do passado, do presente ou da fantasia, o importante é ler que quisermos, quando quisermos, onde queremos e claro, ler no nosso ritmo, pois cada pessoa tem um ritmo na leitura, algumas leem mais rápido, outras demoram um pouco mais, mas o que importa é ler, pois só quem lê é mais criativo e inteligente. O livro é um meio muito importante para adquirir conhecimento, e contribuir com o desenvolvimento da nossa linguagem e escrita. Além de ser muito gostoso ler!


Se aprochegue na poltrona e comece a ler!



"Viajar pela leitura
sem rumo, sem intenção.
Só para viver a aventura
que é ter um livro nas mãos.
É uma pena que só saiba disso
quem gosta de ler.
Experimente!
Assim, sem compromisso,
você vai me entender.
mergulhe de cabeça
na imaginação!"

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Centenário de Nelson Rodrigues em exposição na Torre Malakoff

Em comemoração do centenário de Nelson Rodrigues, a Torre Malakoff sedia a Ocupação Nelson Rodrigues. A exposição reúne um grande acervo de jornais, pôsteres, entrevistas sonoras, visuais e impressas, revistas e informações sobre o escritor que poucos conhecem. De um lado, a parte do Nelson jornalista, a outra, a parte Nelson família, dramaturgo e escritor.

Nelson Rodrigues nasceu em Recife em 1912. Aos 4 anos de idade mudou-se para a cidade do Rio de Janeiro. Foi o quinto filho dos 14 do casal Maria Esther Falcão Rodrigues e Mario Leite Rodrigues, como indica a árvore genealógica exposta na mesa na Torre Malakoff. Escreveu romances, contos, crônicas, peças e novelas de TV.
Como jornalista, trabalhou no jornal A Manhã (propriedade de seu pai), foi repórter policial aos 13 anos, seguindo a carreira da maioria de seus irmãos. Nelson, ajudado pelo seu irmão Mário Filho, que era amigo de Roberto Marinho, começou a trabalhar no jornal O Globo mas sem salário. Seu maior sucesso jornalístico é quando começa a escrever as crônicas de A vida como ela é em Última Hora nos anos 50. No esporte, ele era apaixonado pelo Fluminense e começou a escrever crônicas esportivas em 1962 com 50 anos.
O escritor descobre que é tuberculoso, seu tratamento é custeado por Marinho. Depois de recuperado, assume a seção cultural de O Globo, fazendo críticas de ópera. Em 1945 abandona O Globo e passa a trabalhar nos Diários Associados. Começa a escrever seu primeiro folhetim Meu destino é pecar, assinado pelo pseudônimo de “Susana Flag”. O sucesso do folhetim alavancou as vendas de O Jornal e o estimula a escrever uma terceira peça, Álbum de família, que foi censurada e publicada apenas em 1965.
O “anjo pornográfico”, como se dizia Nelson, fala como começou a gostar de dramaturgia em um de seus relatos expostos na Torre Malakoff em Recife: “Na verdade, sempre achei de um tédio sufocante qualquer texto teatral. Só depois de Vestido de Noiva é que tratei de me iniciar em alguns dramaturgos obrigatórios, inclusive Shakespeare.” Vestido de Noiva foi o grande sucesso de Nelson Rodrigues, uma renovação no teatro brasileiro. A partir daí ele se transforma em um grande representante da literatura teatral de seu tempo. Muitas vezes, suas peças eram vistas como obscenas e imorais.
Nos anos 70 a saúde de Nelson Rodrigues começa a decair. O período coincide com os anos de regime militar que o escritor sempre apoiou. Foi neste mesmo período, que acontece o fim do casamento com Elza, e Nelson veio a se casar duas vezes com Lúcia Cruz e Helena Maria. Nelson Falcão Rodrigues falece num domingo de manhã no ano de 1980 aos 68 anos de idade. Foi enterrado em Botafogo no cemitério de São João Batista.
Em suas obras, Nelson era  realista e também criticava a sociedade,  principalmente o casamento: “Mais tarde, eu saberia que trair um amor é uma impossibilidade. Mesmo com outra mulher, é o ser amado que estamos possuindo”. Foi um dos maiores observadores da sociedade, e também da mulher: “Era preciso que alguém fosse, de mulher em mulher, anunciando: - ‘Ser bonita não interessa. Seja interessante’”. Em O Primo Basílio, o escritor expõe seu erotismo realista e conquista o público.
Nelson Rodrigues escreveu 17 peças teatrais. Elas estão agrupadas em 3 grupos: peças psicológicas, peças míticas e tragédias cariocas. Algumas novelas da TV Globo foram baseadas na obra do autor. Também 24 filmes foram baseados em suas obras.
Aos 4 anos de idade, Nelson já se revelava um escritor polêmico num concurso de redação, ele escreve uma história de adultério. Foi neste mesmo período que a vizinha de Nelson o vê aos beijos com sua filha de 3 anos de idade, com ele sobre ela. Meio tarado não?
Nelson foi um grande escritor, dramaturgo, cronista e jornalista. Este pernambucano mais carioca do Brasil, está imortalizado na literatura brasileira. A exposição vai até o dia 21 de outubro na Torre Malakoff, Bairro do Recife. A exibição mostra cadeiras com tablets com imagens de entrevistas de Nelson, fotos. Há também móveis antigos e máquinas datilográficas para voltar à época de Nelson. As frases do escritor estão em todos os lugares, no chão, nas paredes, e projetores que exibia também imagens.